28 de jul de 2010

Livro de Marina ataca Dilma e elogia Serra




BERNARDO MELLO FRANCO
Folha

A biografia oficial da candidata do PV ao Planalto, Marina Silva, sugere que Dilma Rousseff (PT) não "levava a sério" o licenciamento ambiental das obras do PAC e contribuiu para sua queda do governo Lula, em 2008.

O livro elogia José Serra (PSDB) e chama o ex-ministro de Assuntos Estratégicos Mangabeira Unger --outro desafeto de Marina na Esplanada-- de "advogado carioca de sotaque esquisito".

Dilma é citada oito vezes, sendo três de forma neutra e cinco em tom negativo, no capítulo que trata do pedido de demissão da senadora.

"Marina travou disputas com Dilma Rousseff, defendendo que as licenças ambientais fossem levadas a sério. Dilma reclamava publicamente do atraso", diz o texto, acrescentando que Lula teria tomado partido da então chefe da Casa Civil.

O livro reproduz artigo do cientista político Sérgio Abranches com duras críticas à petista: "A Amazônia que aparece nas exposições da ministra Dilma é a de uma fronteira de expansão agrícola, recortada por rodovias e coalhada de hidrelétricas. Só falta tirar dos mapas do PAC o verde da floresta".

Ao explicar a queda de Marina, a obra volta a "terceirizar" os ataques à adversária: "O 'El País', da Espanha, disse que Lula dava as costas à maior defensora da floresta amazônica em favor de sua ministra desenvolvimentista, Dilma Rousseff".

Serra é citado cinco vezes, nenhuma delas em tom negativo. Num trecho, o livro lhe dá crédito pela aprovação de subsídio para seringueiros do Acre, Estado da senadora, no governo FHC.

"Marina --A vida por uma causa" é assinado pela jornalista Marília de Camargo César e será lançado dia 9 pela editora evangélica Mundo Cristão. A candidata revisou a versão final do texto, que deve ser usado como peça auxiliar da campanha.

27 de jul de 2010

ELEIÇÕES 2010 Datafolha aponta Serra com 37%, Dilma 36% e Marina 10%




Datafolha realizou 10.905 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais, dos dias 20 a 23, em 379 municípios.

Pesquisa Datafolha para presidente da República divulgada neste sábado (24) mostra uma situação de empate técnico entre os candidatos José Serra (PSDB), com 37% das intenções de voto, e Dilma Rousseff (PT), com 36%. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Serra pode ter entre 35% e 39% e Dilma, entre 34% e 38%.

Esta é primeira pesquisa Datafolha após a oficialização das candidaturas a presidente e a terceira consecutiva do instituto que aponta empate entre os dois candidatos – na de maio, ambos tinham 36% e na do início deste mês, Serra aparecia com 39% e Dilma, com 37%.

O Datafolha realizou 10.905 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais, dos dias 20 a 23, em 379 municípios. O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo” e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número 19890/2010.

A candidata Marina Silva (PV) aparece em terceiro lugar na pesquisa, com 10% das intenções de voto. Nos dois levantamentos anteriores, ela tinha 10% e 9%.

Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) e Zé Maria (PSTU) têm 1% das intenções de voto cada um, segundo a pesquisa. Nenhum dos demais presidenciáveis (Rui Costa Pimenta, PCO, Ivan Pinheiro, PCB, Levy Fidelix, PRTB, e Eymael, PSDC) chega a 1%. Dentre os entrevistados, 10% se dizem indecisos e 4% pretendem votar em branco ou anular o voto.

Resposta espontânea

Na intenção de voto espontânea (quando o pesquisador não exibe para o entrevistado o cartão com os nomes dos candidatos), 46% disseram não saber em quem votar. Dilma aparece com 21% (tinha 22% na pesquisa anterior) e Serra com 16% (tinha 19%). Embora não seja candidato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve 4% das citações, mesmo percentual de Marina Silva.

Segundo turno

A simulação de segundo turno efetuada pelo Datafolha aponta Dilma com 46% e Serra com 45%. Os indecisos são 5%, e outros 5% votariam em branco ou anulariam o voto.

De acordo com o levantamento, em um eventual segundo turno, 41% dos eleitores de Marina Silva optariam por Serra, e 39%, por Dilma. Dentre os eleitores de Marina, 15% votariam em branco ou anulariam o voto em um segundo turno entre Serra e Dilma.

Rejeição

A pesquisa mostra que não votariam em José Serra em hipótese alguma 26% dos entrevistados (eram 24% no levantamento anterior). A taxa de rejeição de Dilma Rousseff é de 19% (era 20%) e a de Marina Silva, de 13% (era 14%).

Fonte:
Portal G1

OPOSIÇÃO SE EMPOLGA NO INTERIOR

Oposição se empolga no interior
Depois de uma visita a dez municípios dos vales do Acre, Juruá, Purus e Envira (Acrelândia, Manoel Urbano, Feijó, Tarauaca, Jordão, Marechal Taumaturgo, Porto Walter, Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves)fechando o giro com uma passagem pela abertura da Expoacre neste sábado último e uma grande reunião de lideranças em Sena Madureira ,os candidatos da Coligação Liberdade e Produzir para Empregar se disseram estimulados com tamanha receptividade e carinho por parte da população. Para eles, é a prova indiscutível que a mensagem da oposição caiu no gosto popular e representa a vontade de mudança desejada pela grande maioria do povo acreano.

A voz da esperança

O candidato ao Senado, Sérgio Petecão, disse que,a população do interior compareceu em massa as reuniões por onde a oposição passou, “o que demonstra que favoritismo só se comprova na contagem dos votos”. Petecão lembrou que o povo está sensível a mensagem de mudança e renovação, porque sabe muito bem das dificuldades que enfrenta e reconhece que “só um novo projeto de Governo pode mudar tudo que ai está”..E pediu que todos os acreanos votem segundo a consciência, sem temer represálias ou perseguições, “mas confiantes que o voto é o principal instrumento de mudanças”.

O candidato ao Governo,Tião Bocalom, se disse satisfeito e orgulhoso de ser “a voz da esperança de tanta gente sofrida deste Estado”. Ele ouviu reivindicações de populares e lideranças com relação aos problemas de segurança, saúde e educação e constatou o alto custo dos produtos da cesta básica, como feijão e arroz, que chegam a custar R$ 8,00 e R$ 4,00 reais respectivamente nessas regiões. Para Tião Bocalom o “Acre tem terras e um povo disposto a produzir em quantidade e só precisa de apoio e assistência técnica do Estado”.

Sentimento de mudança por toda parte

Durante quase duas semanas, a oposição realizou reuniões, comícios e arrastões por onde passou,confirmando em todos os lugares o sentimento de insatisfação que perpassa todas as camadas da população.

Do seringueiro ao colono, do comerciante ao servidor público, todos puderam expressar seu desagrado com o atual estado de coisas e demonstrar sua confiança num novo programa de Governo que venha combater o desemprego, a violência e a falta de assistência médica. Foi levando um discurso de esperança e muita fé na capacidade de mudança do acreano, que a oposição teve uma excelente acolhida em todos os lugares que visitou.

Caravana continua a visitar todo o Estado

Dando continuidade a suas viagens pelo interior, nesta terça a Coligação faz um encontro político em Xapuri. Quarta feira em Assis Brasil visita o comércio e se reúne com lideranças locais. Quinta feira será a vez de Epitaciolândia, e na sexta-feira estará em Brasiléia. De volta a Rio Branco,no sábado e no domingo a Coligação fará uma visita a Feira Agropecuária e um bandeiraço nas principais ruas da cidade. Depois de uma breve permanência na capital a comitiva da oposição retoma sua viagem pelo interior, desta vez por municípios do baixo Acre e Sena Madureira.

A Tribuna

26 de jul de 2010

BOCALOM APRESENTA ALTERNATIVAS PARA O ACRE

Produção, interiorização das indústrias e auto-desenvolvimento. É munido com essa tríade semântica que o candidato ao governo do Acre Tião Bocalom (PSDB) começou sua batalha rumo ao Palácio Rio Branco. Paranaense de nascimento e acreano por opção, politicamente traz em sua trajetória vitórias expressivas. Teve o nome aprovado nas urnas para o cargo de prefeito por três vezes, e exerceu o cargo de Secretario de Agricultura de Estado.

Acreditando nas potencialidades da região e na força produtiva dos acreanos, Tião Bocalom faz duras críticas ao modelo de desenvolvimento econômico e social em curso no Acre.

A seu ver, a “florestania” está formando uma massa de excluídos por não oferecer alternativas capazes de elevar a qualidade de vida das camadas menos favorecidas da população. Tomando como base dados do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o pré-candidato mostra que 62.000 famílias acreanas vivem abaixo da linha da pobreza.

“Estamos lidando com modo de governar proselitista, favorecedor de amigos e ultrapassado”, dispara Bocalom, cuja campanha aglutina uma inédita frente de oposição composta por oito partidos.

Candidato a governador em 2006 e a prefeito de Rio Branco em 2008, Bocalom acumulou índices de aceitação, aliados e experiência. Com forte prestigio junto ao tucanato nacional e jeitão de homem do interior, carrega na bagagem o know-how de quem sabe fazer e desmistifica o conceito produtivo e de modelos de desenvolvimentos apregoados pelo candidato da situação. A agroindústria, na sua concepção, pode vir a ser um grande “filão” capaz de alavancar a nossa economia. “Temos condições ambientais e climáticas favoráveis para a produção de matéria prima para as indústrias. Além de frutas no Juruá e o Urucum, podemos produzir grãos no Vale do Acre, fazer investimentos na produção de café, incentivando inclusive a produção orgânica. A criação de porcos na região do Envira em Feijó e porque não falar no algodão, como já fizemos experiências em Acrelândia”, vaticina, acreditando ser possível conciliar desenvolvimento com respeito aos recursos naturais.

Embalado pela aceitação popular e também “puxado” pela campanha do presidenciável tucano José Serra, percorreu o Estado em companhia de correligionários e simpatizantes o qual foi intitulado “caravana da mudança”. Para Bocalom, os acreanos estão acometidos por dois sentimentos díspares: revolta e esperança. “A revolta é por causa do abandono, do descaso. A esperança, porque temos homens e mulheres lutando por um Acre melhor e por um povo mais feliz”.

A Tribuna – Por que o senhor quer ser governador?
Bocalom – Para colocar o Acre em um outro patamar de desenvolvimento. E desenvolvimento é mudança na qualidade de vida das pessoas, onde o ser humano é respeitado em diversas áreas de sua vida. Quero ser governador para fazer tudo diferente do que está aí. Nem os povos indígenas são respeitados ou muito menos assistidos por esse governo.

A Tribuna - Qual é o modelo de desenvolvimento que o senhor e o PSDB defendem para o Acre?
Bocalom – A nossa proposta é fazer uma grande mudança nos procedimentos políticos e administrativos em nosso Estado, onde o ser humano passará a ser o centro da atenção do governo. Facilidade, bem estar, realização de sonhos, plenitude não se confundem com comer, beber e dormir. Isso é apenas sobrevivência. Com o governo criaremos políticas públicas para dar oportunidades, ou seja, gerar empregos e oportunidade de trabalhos para as pessoas espalhadas por todo o Estado. Para isso, vamos aproveitar as potencialidades da nossa região.

A Tribuna - Se o senhor diz que o atual modelo econômico não deu respostas, qual seria a sua proposta para alavancar a economia acreana?
Bocalom – Existem algumas áreas no extrativismo que são viáveis. A madeira, por exemplo, pode ser explorada racionalmente e gerar divisas. Mas é preciso industrializá-la aqui na capital e no interior do Estado, agregando valor ao produto. Precisam de políticas de governo para atrair empresários que queiram investir neste setor. Nós, a título de exemplo, podemos fazer reflorestamentos com o ‘mulateiro”, que pode ser o eucalipto da Amazônia recuperando áreas degradadas e em pastagens, fazendo sombreamento, e pode ser consorciada com outras culturas. Também é preciso explorar a nossa flora nos ramos de cosméticos e fármacos. Eu defendo o que o saudoso economista Celso Furtado chama de autodesenviolvimento, isto é, primeiro se produz no setor primário (agricultura), depois se industrializa o produto e finalmente aquece-se o mercado com o comércio e a exportação desses produtos. Isso é uma cadeia produtiva. Mas, veja bem, é preciso levar as fábricas para os municípios, pois o crescimento pode vir do interior para a capital.

A Tribuna - A agricultura e o agronegócio são viáveis para a nossa região?
Bocalom – Eu diria que são fundamentais. Temos terras boas que necessitam apenas de correção com calcário, fósforo, potássio, dentre outros. As terras do centro-oeste também não eram de pouca fertilidade? É preciso ‘domar’ a terra. Para isso existem técnicas de manejo para reposição do humos através da forragens e rotatividades de cultura para evitar o esgotamento do solo. Temos ainda um clima favorável que permite duas safras por ano. E, para finalizar, a topografia acreana permite uma boa drenagem do solo. Temos condições de produzir grãos e isso está sendo provado. O Estado precisa entrar com a pesquisa, assistência técnica, dar infra-estrutura para escoamento da produção, armazenamento e outros apoios ao produtor rural ávido por esses incentivos. Assim, além de gerarmos milhares de empregos, vamos ter alimentos para comer e exportar.

A Tribuna - Como surgiu a candidatura Tião Bocalom?
Bocalom – Quando fui candidato a governador, em 2006, comecei com um percentual e terminei com um aumento de 400%. Isso se repetiu nas últimas eleições para prefeito de Rio Branco. Esse gradativo crescimento nos deu crédito junto aos oito partidos que estão com a gente. Sou candidato a governador, indicado e apoiado por essas oito legendas.

A Tribuna - O que foi a “Caravana da Mudança”? Qual era o seu objetivo?
Bocalom – Foi uma caminhada por todo o Estado. O objetivo foi conhecer e ouvir as pessoas. Eram pessoas e representantes de partidos levando um novo projeto político para o Estado. Mostramos que a oposição estava unida, não em torno de um nome, mas sim por causa de uma proposta para o Estado e sua gente. E que não vimos? Os acreanos estão acometidos por sentimentos díspares: revolta e esperança. A revolta é por causa do abandono, do descaso. A esperança, porque temos homens e mulheres lutando por um Acre melhor e por um povo mais feliz.

A Tribuna - Qual a importância da implantação da Zona de Processamento e Exportação (ZPE)?
Bocalom – A ZPE é muito importante para o Estado, mas não será a tábua de salvação. Ela vai ganhar a isenção de todos os impostos estaduais e federais. Só que a nossa região não dispõe de materia-prima para abastecer essa industrialização. Nós vamos importar quase tudo dos outros estados. Se implantarmos uma fábrica de rádio, por exemplo, o alto falante, a caixa de som e os fusíveis terão que vir do mercado interno. Esses produtos vêm para cá todos isentos. Depois de montados, nós não podemos devolvê-los para o mercado interno, ou seja, necessariamente teremos que exportá-los. Qual é a minha dúvida? A oscilação quase constante do dólar pode trazer sérios problemas para quem exporta. Será que nós vamos competir com aqueles produtos que estão sendo industrializados na China, onde um operário ganha dez vezes menos do que o nosso? Com a mão de obra brasileira, que recebe os direitos trabalhistas, nós vamos competir?

Todavia, alguns produtos nossos podem dar essa resposta que estamos procurando. Mas veja bem, isso, repito, não será tábua de salvação. Eu espero que esse pessoal do poder não engane o povo, como aconteceu com a saúde de primeiro mundo.

A industrialização do Acre não passas necessariamente por isso aí. Passa necessariamente pela agroindustrialização. Se a gente não produzir mandioca, não vamos ter a fécula (amido) e, portanto, não podemos abastecer a indústria desse produto. A industrialização do Acre passará necessariamente pelo agronegócio.

A Tribuna – Saúde, segurança e educação são serviços essenciais no Estado Cidadão. Quais são as suas propostas para esses setores?
Bocalom – A saúde de primeiro mundo prometida é uma fraude. Tinha até um senador que disse que ia cuidar só da saúde, uma espécie de parlamentar temático. Andando pelo interior, no Jordão, por exemplo, ela é um caos. Aquela ambulância denunciada no Fantástico continua lá da mesma forma. Saúde de primeiro mundo onde a malária assola a população do Vale do Juruá. Os nossos pacientes esperam meses para fazer uma consulta ou marcar uma cirurgia. Nós vamos colocar médicos em todos os municípios, fazendo parcerias com todas as prefeituras. O nosso objetivo é manter o médico lá na ponta, diretamente com o paciente. A maioria dos hospitais do interior está abandonada e/ou sucateados. Não queremos ver o ser humano tratado com desdém como ele vem sendo tratado. Na educação nós vamos primar pela qualidade do ensino, pois nenhuma nação no mundo se desenvolveu sem investir maciçamente em educação. Vamos colocar todas as crianças na escola e erradicar o analfabetismo, tirando o Acre dos índices negativos das estatitíscas nacionais. O analfabetismo é um dos ítens do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Outra proposta é a escola em tempo integral, onde a criança e o adolescente ficam em atividade e esportivas e de lazer permanentemente. Também vamos colocar psicólogos e assistentes sociais para auxiliar os professores. A segurança pública é um problema sério. Nós temos um preso para cada 150 habitantes, enquanto no Rio de Janeiro é de um para 450. O Acre proporcionalmente tem mais preso do que um grande estado do Brasil. As maiorias desses presos são jovens, isso significa dizer que algo está errado. Precisamos criar emprego e renda como alternativas. De Assis Brasil até Plácido de Castro temos uma faixa de fronteira, e grande parte dela desabitada. É conhecimento público o tráfico de drogas, o descaminho e o contrabando, dentre outros ilícitos. Os governos estadual e federal devem olhar para essa região com mais carinho, fazendo investimentos para gerar trabalho para as populações que ali habitam. Deve haver a repressão sim, porém temos que oferecer alternativas.

A Tribuna – Os programas de inclusão social do governo federal são alternativas? O que o senhor propõe nessa área?
Bocalom – Com relação ao programa bolsa família, a turma do PT está dizendo que se a gente ganhar vai acabar com ele. Primeiro, eu quero dizer que não vou acabar porque foi juntamente nós, do PSDB, que o criamos. Era o bolsa-escola, o vale alimentação e o vale gás que se juntou e formou um só, que é o bolsa família. Como o PT não conseguiu que o fome zero desse certo, agora fica agindo de forma tacanha. No Acre, nós vamos ampliá-lo para que ele alcance mais pessoas.

A Tribuna - O Estado está endividado?
Bocalom – Sim, e muito. Endividaram o Estado em mais de dois bilhões de reais. Aonde esse dinheiro foi aplicado? Essa é a grande dúvida dos acreanos. Estamos comprometendo as futuras gerações construindo planetários, enquanto falta dinheiro para segurança e para a saúde.

Números
11 anos de governo petista, 400% foi o aumento da arrecadação própria, 300% foi o aumento nos salários dos cargos comissionados, 12% o reajuste nos salários dos servidores estaduais e 49% a inflação acumulada no governo florestal.
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Alegando irregularidades, TRE exclui PSOL de duas coligações


Decisão resultou em nove indeferimentos de candidaturas ao cargo de deputado estadual

O Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) julgou extinta, na sessão desta sexta-feira (23), duas impugnações a processos de registros de candidaturas para as eleições deste ano, propostas pelo Ministério Público Eleitoral contra a Frente Republicana Trabalhista Verde e Frente Popular do Acre I. Por unanimidade, os juízes do TRE-AC deferiram o pedido de registro das coligações citadas sem a presença do PSOL.

Nos dois casos, o PSOL foi considerado irregular na composição do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) das Coligações Frente Republicana Trabalhista Verde e Frente Popular do Acre I, vez que a ata de convenção que garantia sua presença nas coligações foi realizada em desconformidade com as regras estatutárias, razão pela qual a própria Executiva Nacional interveio e anulou a ata do Partido.

Ao analisar o caso, o juiz relator Marcelo Bassetto ponderou que da exclusão do PSOL da coligação Frente Trabalhista Verde, por nulidade da ata, “resulta o prejuízo das respectivas candidaturas vinculadas ao presente DRAP. Tais candidaturas, contudo, podem ser renovadas, acaso, no prazo de 10 dias, a contar do ato de anulação da ata pelo diretório nacional do partido, o PSOL tenha apresentado requerimento neste sentido, nos termos da Res. TSE 23.221/2010″.

No mesmo sentido decidiu a Desembargadora Eva Evangelista, que excluiu o PSOL da coligação Frente Popular do Acre I, que concorre aos cargos de governador, vice-governador, senador, primeiro e segundo suplentes.

Com a decisão do TRE-AC, foram indeferidas as candidaturas para o cargo de deputado estadual de Eliadma Moreno Santiago, Giliarde dos Santos Alves, Agenor Geronimo de Souza, Luiz Pereira da Silva Filho, Márcio da Silva, Maria de Fátima Oliveira Galdino, Renildo Teixeira da Silva, Ednardo José Alves da Silva e Hélio de Paula.
Fonte: Ascom/TRE

22 de jul de 2010

DESESPERO, MENTIRAS E INGRATIDÃO

Escrito por Luiz Calixto em 21 Julho 2010

Jorge Viana está uma arara com o pífio desempenho da sua candidata, a ex- terrorista Dilma Roussef.

O falso sorriso em público é substituído por violentos chutes ao vento e esculhambações nas reuniões internas.

Bem atrás de Serra e Marina, Dilma dificilmente decolará no Acre.

Jorge, além de mentir, está sendo ingrato, tanto com sua ex-companheira quanto com Serra.

O povo acreano tem motivos de sobra para reconhecer a gestão do PSDB, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso.

Vamos relembrar alguns?

Foi FHC que asfaltou a BR-317 até Brasiléia ( 210 km ), a estrada de Rio Branco até Sena Madureira ( 142 km ), o trecho de Lagoinha até Rodrigues Alves, em Cruzeiro do Sul, ( 80 km ) , e os primeiros 20 quilômetros de Tarauacá rumo à Cruzeiro do Sul.

A somatória destes trechos de asfalto é maior que a quilometragem feita por Lula.

O canal da Maternidade; os recursos que bancavam a "menina dos olhos" da Marina, o Adjunto da Solidariedade, programa social anterior ao Bolsa Família, também foram repassados no governo de FHC, do PSDB.

As encostas do rio Acre, na Gameleira, é outra obra feita com recursos mandados por FHC.

A indiferença de Jorge com Marina Silva é coisa de trombadinha.

O empréstimo feito junto ao BIRD só foi aprovado em razão do prestígio internacional da senadora e do aval do PSDB.

O ingrato Jorge tem que parar de pensar que o povo acreano tem o nariz atravessado.

É importante lembrar que José Serra foi o melhor ministro da saúde e reconhecido por isso.

Foram por estes motivos que Geraldo Alkmim venceu no Acre no 1° turno de 2006 e só foi derrotado, por pouco, no 2°, em razão da "derrama" de dinheiro para comprar votos.

19 de jul de 2010

Tião Bocalom visita aldeia indígena Kaxinawá em Feijó

Na chegada a aldeia, a homenagem sincera do grupo Kaxinawa.
Ailton Oliveira

Indígenas demonstram sua afeição carregando o candidato a Governo do Estado, Tião Bocalom .

A movimentação começou logo cedo, pela manhã do sábado. Os candidatos da Coligação Liberdade, Produzir para Empregar se dirigiram às margens do Envira, em Feijó, para uma viagem de 15 minutos Rio acima. Numa voadeira, embarcaram rumo à aldeia Paroá, grupo Boa União, da etnia Kaxinawá. No percurso pelas águas calmas do Envira, uma pequena, mas contundente mostra da realidade local – os ribeirinhos em seu dia a dia, num trabalho árduo pela sobrevivência.

Ao longo dos barrancos pequenas plantações de banana e milho atestam que a agricultura de subsistência ainda funciona como o grande sustentáculo das famílias. No Alto Envira a pequena agricultura e a pesca ainda garantem a economia local. No curso do Rio, troncos de árvores arrancadas das margens atestam o assoreamento.

Na chegada a aldeia, a homenagem sincera do grupo Kaxinawa. É dia de festa e o grupo Boa União recebe a Coligação de braços abertos. Cantando e dançando num de seus rituais tradicionais, os indígenas demonstram sua afeição carregando o candidato a Governo do Estado, Tião Bocalom, numa prova de carinho e satisfação pela visita. A aldeia compreende 14 famílias, num total de 72 pessoas, que comemoram ainda o aniversário de 64 anos de Hunukui Bake. A festa reúne diversas aldeias da vizinhança, num congraçamento que reforça os laços e consolida a união de etnias diversas. No interior do barracão, a festa fica ainda mais empolgante com a chamada Dança do Monu, que envolve os candidatos na animação do evento.

Aos convidados é oferecido ainda o rapé e caiçuma, lembrando que o dia é de festa e comemoração pela vida. Os índios aproveitaram a visita da Coligação para colocar suas reivindicações mais urgentes e criticar autoridades do Estado que durante muito tempo realizaram promessas que jamais foram cumpridas. A idéia, segundo o grupo indígena, é que somente a renovação política e a alternância de poder podem trazer melhorias para toda a comunidade. Para eles, é preciso, antes de tudo, conhecer a realidade local, sobretudo a indígena, para querer ocupar os cargos de mando tanto do Estado quanto do País.

Contilnet

Caravana da oposição visita Feijó e critica governo Binho

Num encontro-comício que lotou ao salão nobre da Câmara Municipal da cidade, a Coligação Liberdade,Produzir para Empregar levou ,na noite desta sexta-feira, sua mensagem de mudança e renovação política à população de Feijó. Além dos candidatos oficiais, a reunião contou com a presença do prefeito Dindin (PSDB), um dos principais líderes da oposição em todo o Estado.

Num discurso inflamado, o prefeito acusou o Governo do Estado de discriminar e perseguir as prefeituras de oposição. “A vitória da oposição nas últimas eleições em Feijó inaugurou a resistência ao autoritarismo e a tirania de Governo”, disse o prefeito.

Por seu lado, Sérgio Petecão (PMN), candidato ao Senado, lembrou que o povo de Feijó deu mostras que o eleitorado é soberano, faz sua história e pode mudar seus governantes na hora que bem decidir, “bastando para isto votar consciente”. Segundo ele, a vitória de Dindim para a prefeitura de Feijó contra todo o aparato de Governo é uma mostra de coragem e de muita consciência política de toda a população local, “e que deve ser repetida agora em nível estadual”.

Já João Correia (PMDB), candidato a segunda vaga do Senado, disse que é necessário um esforço conjunto para o combate a “todo tipo de perseguição contra aqueles que não aceitam se submeter a um grupo que tenta se manter no Governo a qualquer custo”.

Na reunião foi lançada a candidatura a deputado estadual pelo PMDB de Pelé Filho, vice de Dindim. O candidato lembrou que, desta vez, as oposições conseguiram se unir e vão mostrar em praça pública que vieram para reconquistar seu lugar na política acreana, “pondo fim a 12 anos de imposição e arrogância de grupos privilegiados que insistem em se revezar no poder”. E acrescentou que apesar de oposição e discriminada pelo Governo , “a prefeitura de Feijó vem mantendo suas contas em dia e é exemplo de administração em todo o Estado”.

16 de jul de 2010

Frio não tirou brilho de festa Bocalom em Acrelândia



As famílias deixaram o aconchego de seus lares para prestigiarem Tião Bocalom e lideranças dos partidos de oposição vindas de todas as regiões do Estado.

Nem mesmo a forte friagem que atinge o Acre impediu que a população fosse às ruas de Acrelândia manifestar apoio à candidatura de Tião Bocalom – PSDB, ao governo do Estado, as de Petecão - PMN e João Correia – PMDB, ao senado e aos de deputados estaduais e federais da Coligação Liberdade e Produzir para Empregar e dar início a uma grande caravana que vai percorrer diversos municípios do interior do Estado.

Aos pouco, no inicio da noite, o público foi chegando e em alguns minutos a esquina da Avenida Brasil com a Rua Geraldo Barbosa, estava ocupada por um grande número de pessoas que agitando bandeiras e entoando palavras de estimulo, manifestavam apoio ao projeto e às propostas que a oposição vai implantar com Tião Bocalom no governo do Estado, para gerar emprego e renda para todos acreanos.

O palanque da maior frente oposição já vista na história do Acre foi formado por lideranças de Acrelândia como o vereador Gildésio, candidato a deputado estadual, e de todas as regiões do Estado como os deputados estaduais N. Lima - DEM, Mazin Serafim - PSDB, Gilberto Diniz – PT do B, Idalina Onofre – PPS, Antonia Sales- PMDB e Luiz Calixto -PSL.

Os prefeitos James Gomes - PSDB de Senador Guiomard e Dindim - PSDB de Feijó. Os vereadores de Rio Branco Rodrigo Pinto PMDB, candidato a deputado estadual e sargento Vieira – PPS, candidato a deputado Federal, Major Rocha - PSDB e o ex deputado federal Marcio Bittar PSDB.

Tião Bocalom não teve pressa para discursar, dando espaço aos seus correligionários visitantes. O tom dos discursos e pronunciamentos eram recheados de entusiasmo e determinação, apontando os erros e desmandos dos poderosos e apresentando soluções para a construção de um Acre cada vez melhor.



Assim como na Copa, favoritismo é pura ilusão

O Apostolo Ildison criticou os comentários e boatos espalhados com maledicência, que pretendem enfraquecer a oposição dando como certa a vitória da turma do continuísmo, dos desmando e da perseguição que com o poder nas mãos e muito dinheiro espera ganhar a eleição atropelando a vontade e o desejo de mudança do povo acreano. Ele comparou o favoritismo de algumas seleções da Copa do Mundo com candidatos que já se acham vitoriosos e lembrando que todos os favoritos voltaram cedo pra casa concluiu dizendo que a seleção Espanhola que começou perdendo para a Suiça no primeiro jogo da competição, chegou à final e conquistou o campeonato se tornando a grande campeã do mundo. Ildison fez também um comentário sobre o molusco Polvo que a imprensa mostrou durante a copa adivinhando quais os times ganharia os jogos. "Ele acertou que a Espanha seria campeã. Nós não temos dinheiro nem um molusco, mas temos o povo do Acre, formado por cada um de vocês cidadãos de bem que como eu, o Tião Bocalom e todo nosso grupo gostamos de gente, do ser humano e prima pelos princípios éticos e morais das famílias e seu bem estar" disse Ildison.

"Tião Bocalom é o Tião do povão"!

Outro discurso que chamou a atenção foi o da deputada estadual Antonia Sales, que no comício representou também o esposo prefeito do município de Cruzeiro do Sul, Wagner Sales. A deputada declarou total apoio a Tião Bocalom, Petecão e João Correia. "Você Tião Bocalom, pode ter certeza que o povo do Juruá não se rende a esse pessoal que é nosso adversário e nem baixa a cabeça. Pode acreditar que o povo do Juruá está com você nessa eleição. O Tião de lá é o Tião das elites, daqueles que se beneficiam do poder público. Já você, eu vou chamar de o Tião do povão, porque você é do povo, gosta do povo e tem os melhores projetos para ajudá-lo a sair desse sofrimento que essa tal Frente Popular o submeteu. Então você Tião Bocalom, é o Tião do povão" disse a deputada Antonia Sales arrancando um demorado aplauso do público.



"Obrigado ao homem do campo".

Outro ponto alto da festa da oposição em Acrelândia foi à homenagem que o candidato ao senado Sérgio Petecão fez à Tião Bocalom pedindo a execução da música "Obrigado ao homem do campo", da dupla Dom e Ravel. Petecão pediu ao povo para cantar a música em homenagem àquele que administrou o município por três vezes e o fez o mais desenvolvido do Estado. "Vocês têm que dar 90% dos votos daqui de Acrelândia para o nosso futuro governador Tião Bocalom, o Tião do povão como falou a deputada Antonia Sales, porque ele merece por tudo o que fez por vocês" pediu Petecão.

A Caravana continua.

Nesta quinta feira a comitiva da Coligação Liberdade e Produzir para Empregar, estará no município de Manoel Urbano fazendo visitas durante o dia e realizando comício à noite.

Ailton Oliveira - AC 24HS

15 de jul de 2010

PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FEIJÓ O VEREADOR CLÁUDIO BRAGA, VISITOU A CMT


Recebi dia 13/07 o Presidente da Câmara Municipal de Feijó o Vereador Cláudio Braga.

O Objetivo da visita de meu congênere foi de propor que ambas as Câmaras possam interagir mais, trocando experiências, para que os resultados alcançados venham a ser mais produtivos. Ficou acertado que ambos reunirão suas Mesa diretoras para definir alguns pontos que serão tratados com o Governador Binho Marques em audiência ainda a ser marcada.

Fonte - www.camaratarauaca.com.br

14 de jul de 2010

ELES TÊM AS COSTAS LARGAS

blog do Luiz Calixto

Uma cena estranha e desmoralizante aconteceu ontem, 13, no Portal da Amazônia, na região do Calafate:

Em uma blitz a Vigilância Sanitária apreendeu cerca de 200 quilos de peixe várias espécies, sob a alegação destes estarem sendo comercializados em local impróprio.

O peixeiro, que suava para ganhar o leite das crianças, foi tratado como um verdadeiro bandido irrecuperável.

O que mais chamou a atenção na cena foram os responsáveis pela operação.

Do lado da vigilância sanitária, o fiscal André, que recentemente esteva atrás das grades da prisão por ter assassinado friamente sua namorada.

Do lado da Policia Militar, o sargento Luz, em cuja consciência pesa o assassinato covarde de um cidadão em um bar na Vila Acre.

São situações como esta que jogam nossa população de encontro com as Instituições que deveriam prezar pelo respeito ao povo.

É incompreensível que dois assassinos confessos e fichas sujas possam ser designados por seus chefes para prender que estão trabalhando honestamente.

A VOZ DO POLVO

13 de jul de 2010

Empresas de Jorge Viana suspendem atividades


Duas das três empresas em que ex-governador Jorge Viana aparece como sócio suspenderam o funcionamento um dia antes do início da campanha eleitoral deste ano.

As empresas Pura Energia Participações Ltda e a Nova Energia Participações Ltda estão com atividades suspensas desde o dia 05 de julho.

Uma outra empresa, a Ambiente – Engenharia e Consultoria, onde Viana também é sócio, permanece ativa. A informação é da Receita Federal.

Veja:




Fonte blog do Calixto e Ac 24hs

12 de jul de 2010

MARINA, O COMBATE À POBREZA E O DNA: UM DISCURSO TORTO


Por Reinaldo Azevedo

A candidata do PV, Marina Silva, está, entendo, perdendo a mão na disputa. E insiste num procedimento que, parece, não está dando muito certo. Leiam o que vai abaixo. Volto em seguida:

“Quando se tem um compromisso visceral com o combate à pobreza, como tem o presidente Lula e como eu tenho, você não precisa ficar lutando pela maternidade ou paternidade. O compromisso com o combate à pobreza é algo que se tem no DNA. É por isso que eu não faço essa concorrência”.

Marina está se referindo ao Bolsa Família, programa originalmente criado por FHC e rebatizado por Lula. No governo tucano, ele chegava a cinco milhões de famílias. Lula dobrou esse número. O tucano José Serra afirma que é possível estendê-lo a 27 milhões.

Marina saiu-se com esta tese um tanto estranha: o combate à pobreza seria matéria de DNA. É claro que ela não se refere ao conceito biológico. Tenta falar de DNA político, quiçá ligado à classe social do homem público. Se for assim, nesse particular, ela própria e Serra, ambos muito pobres na infância, estão empatados. A única que vem de família muito abastada é Dilma Rousseff. Mas Marina, como se nota, estende um olhar lânguido para Lula, tentando colar-se à trajetória do presidente: ela e ele seriam os únicos com legitimidade para combater a pobreza… Aí não dá, né?

Ser rico não é pecado. Deve até ser coisa muito boa. Ser pobre não confere atestado de ética a ninguém. Pobre ou rico, o que interessa é o compromisso da figura pública. Marina deveria ser mais cuidadosa. Caso se decida fazer a média da riqueza das chapas à Presidência, a sua é, ATENÇÃO!, algumas centenas de vezes mais rica do que as outras. O bilionário Guilherme Leal eleva a média às alturas. Por acaso, isso muda o seu “DNA”?

E que se note: Leal é preservado de análises mais ácidas porque sua empresa, a Natura, construiu um marketing poderoso na defesa da “natureza”, e ele é muito bem-visto pelo pensamento politicamente correto. Um outro empresário qualquer que caísse de pára-quedas no processo político, e logo como candidato a vice-presidente da República, já teria levado umas boas esfoladas. A primeira e óbvia pauta seria esta: quantos processos trabalhistas tem a empresa?; existe alguma pendência com a Previdência?; deve alguma coisa à Justiça?; nunca foi acusada de incorreção ambiental?

Não estou fazendo um convite à investigação ou tentando pautar os outros. Esse tipo de “jornalismo investigativo” até me dá certa preguiça. Investigo idéias. Só estou evidenciando que as pautas não caem da árvore da vida; elas são orientadas segundo, também, afinidades eletivas.

Mas volto ao ponto: acho que Marina, para o bem de sua causa principal, o meio ambiente, e de sua postulação do momento, a Presidência, precisa parar de se comportar apenas como ombudsman dos outros ou como alguém que tivesse chegado a um entendimento superior da vida, ainda não alcançado pelos oponentes.
Blog do Arquibaldo Antunes

9 de jul de 2010



Dados do relatório de gestão fiscal do governo, referente ao primeiro quadrimestre de 2010, e publicados no Diário Oficial de hoje, 08, informam que o Acre apresenta dívida consolidada de R$ 1.463.236.027,69 bilhões.

Do montante da dívida, R$ 1,3 bilhões referem-se a dívida contratual interna - e R$ 109 milhões de financiamentos obtidos no exterior.

Dívida consolidada é aquela em que o Estado tem mais de um ano para pagar. Compõe-se basicamente de contratos de financiamentos, ou seja: empréstimos tomados pelo Estado junto a bancos nacionais ou estrangeiros.


Da redação de ac24horas
Rio Branco, Acre

8 de jul de 2010

PC do B, EDVALDO MAGALHÃES E PERPÉTUA ALMEIDA MULTADOS POR PROPAGANDA ANTECIPADA

Propaganda partidária foi utilizada indevidamente

Ascom MPF-AC

O Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) condenou, a pedido do Ministério Público Eleitoral no Acre (MPE/AC), o Partido Comunista do Brasil (PC do B),o deputado estadual e candidato ao Senado Edvaldo Magalhães e a deputada federal e candidata à reeleição Perpétua Almeida, ambos do PC do B, por propaganda antecipada durante inserções da propaganda partidária no rádio e tv no mês de junho. O partido e os dois candidatos terão que pagar, cada um, multa de R$ 5 mil pela infração cometida.

A representação eleitoral protocolada em 14 de junho denunciou o uso do horário destinado à divulgação da propaganda partidária para a promoção de pré-candidatos do PC do B e da coligação por ele integrada. O juiz Élcio Sabo Mendes decidiu, em liminar na mesma data, pela suspensão da propaganda partidária do partido com o mesmo conteúdo.

No julgamento do mérito, o juiz auxiliar do TRE reforça que os representados não poderiam, na propaganda partidária, fazer veicular fatos que elevassem ou destacassem as características de determinadas figuras políticas, fazendo promoção pessoal de seus pré-candidatos de forma antecipada, já que o período permitido para a propaganda eleitoral, aquela que visa à captação de votos, teria início apenas em 06 de julho.

Notícias da Hora

6 de jul de 2010

A VERDADE SEMPRE APARECE



Debaixo desse monturo mostrado nas fotos acima está escondido um dos maiores crimes cometidos contra o humilde povo acreano.

Ali foram despejados, por incompetência da gestão petista, cerca de 100 toneladas de medicamentos cujos prazos de validade expiraram-se nos úmidos e descuidados depósitos da Cageacre.

3 carretas e 2 caminhões trucados abarrotados de remédios foram despejados no aterro sanitário, o que fez falta nas farmácias dos hospitais e postos de saúde.

À época o secretário de saúde, Dr. Osvaldo Leal negou, peremptoriamente, a ocorrência.

A reportagem foi publicada no AC24HORAS.



Sua versão desmoronou quando lhe apresentei dois laudos da Vigilância Sanitária comprovando parte do descarte.

Nesse intervalo, funcionários do Lixão foram ameaçados de demissão caso permitissem a entrada de pessoas para investigar o fato.




Blog do Dep Luiz Calixo

Está explicado de onde vem o azar



Deu no Cláudio Humberto

Trair e coçar...
Lula suspeita que os irmãos Jorge e Tião Viana fazem corpo mole no Acre para beneficiar Marina Silva (PV) contra Dilma Rousseff (PT). Da Coluna do Cláudio Humberto.

Blog do Acreucho

1 de jul de 2010

COMO PODE UMA OBRA DE R$ 202 MIL DIMINUIR PARA R$ 28 MIL. O QUE VOCÊS ACHAM QUE ACONTECEU?

Prefeitura refaz cálculo e obra de pequeno porte que ia custar R$ 202 mil sairá por R$ 28 mil


A denúncia feita por ac24horas do abuso de preço praticado pela prefeitura de Rio Branco na construção de uma minúscula passarela no Beco Primavera, na invasão Jardim Primavera, surtiu efeito. Os cálculos foram refeitos e os valores corrigidos e o que ia custar R$ 202.033,32 aos cofres municipais agora será de apenas R$ 28.178,51. Uma redução de R$ 173 mil.

Mas a secretaria de obras da prefeitura não emitiu qualquer comunicado sobre a redução do preço, apenas trocou a placar que estava no local, agora com novos valores. Apesar da redução, o preço da pequena obra ainda continua caro. Por conta disso os mordores prometem solicitar um levantamento de preço do Tribunal de Contas do Estado e uma rígida fiscalização da Coordenadoria do Patrimônio Público do MPE.

Fonte: AC 24 Hs