29 de mar de 2010

SERRA ABRE 9 PONTOS SOBRE DILMA E SE ISOLA NA FRENTE




Tucano tem 36% e petista pontua 27%, diz Datafolha feito entre quinta e ontem

Governador de SP recupera 4 dos 5 pontos que perdera entre dezembro e janeiro, e ministra oscila para baixo; Ciro tem 11% e Marina, 8%

FERNANDO RODRIGUES
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, abriu nove pontos de vantagem sobre a petista Dilma Rousseff e voltou a ser líder isolado na corrida ao Palácio do Planalto.
Pesquisa Datafolha realizada nos dias 25 e 26 deste mês mostra o tucano com 36%. A petista tem 27%. Há um mês, eles tinham 32% e 28%, respectivamente, no mesmo cenário.
Como a margem de erro da pesquisa Datafolha é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Serra apresentou crescimento real -embora tenha retornado ao patamar de dezembro, quando tinha 37%.
Já Dilma, pela primeira vez não apresentou crescimento na sua curva de intenção de votos: a petista oscilou negativamente um ponto percentual.
No mesmo levantamento, Ciro Gomes (PSB) ficou com 11% (tinha 12% em fevereiro e 13% em dezembro). Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os mesmos 8% obtidos em dezembro e há um mês. Indecisos, brancos e nulos somam 7% e 11% não souberam responder.
Quando o Datafolha exclui Ciro da lista de candidatos, o cenário fica semelhante. Serra vai a 40% contra 30% de Dilma -a diferença entre ambos passa de nove para dez pontos, mas essa variação está dentro da margem de erro.
Sem Ciro, Marina pula para 10% e continua sem ameaçar o pelotão da frente.

2º turno e rejeição
As simulações de segundo turno seguiram os cenários de primeiro turno, com a recuperação de Serra. Numa hipotética disputa entre Serra e Dilma, o tucano venceria hoje com 48% contra 39% da petista -uma distância de nove pontos. Em fevereiro, os percentuais eram de 45% a 41%.
Em termos de rejeição, do ponto de vista estatístico, os quatro principais concorrentes estão empatados no limite da margem de erro, mas quem numericamente tem o pior índice é Ciro Gomes, com 26%. Colados a ele vêm José Serra (com 25%), Dilma Rousseff (23%) e Marina Silva (22%).

Espontânea e nanicos
As curvas da pesquisa espontânea, quando o entrevistado diz em quem deseja votar sem ver uma lista de nomes, têm uma evolução discrepante do levantamento estimulado.
Diferentemente do que ocorreu na pesquisa em que o eleitor vê seu nome, em que está estabilizada, Dilma continuou sua curva ascendente no levantamento espontâneo. Tinha 8% em dezembro, passou a 10% em fevereiro e agora chegou a 12%.
Esse percentual a coloca à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (8%), que, até dezembro, liderava com folga a pesquisa espontânea. Isso mostra que a cada pesquisa o eleitor deixa de citar o nome do atual presidente porque vai percebendo que o petista não será candidato.
Serra pontuou 8%, o mesmo percentual de dezembro. Ciro e Marina marcaram 1% cada. Houve também 3% para "candidato do Lula" e 1% para "no PT/candidato do PT".
Pela primeira vez o Datafolha pesquisou candidatos de partidos pequenos. Por enquanto, só Mario de Oliveira (PT do B) conseguiu menções para pontuar 1%. Todos os demais estão abaixo desse patamar.

26 de mar de 2010

O Professor Dirceu, e seu aluno exemplar


José Dirceu continua réu no processo do mensalão. O caso se arrasta desde 2007 no Supremo Tribunal Federal, como convém aos larápios que podem contar com a assistência de sapientes jurisconsultos.

Na semana passada, dia 14, o relator, ministro Joaquim Barbosa, incluiu na pauta da sessão do STF uma discussão sobre o andamento do processo contra os 40 mensaleiros que, na versão do então procurador geral da República, Antonio Fernando Souza, eram liderados por Dirceu.

Ninguém de bom senso duvida que as firulas legais estiquem o caso por muitos anos ainda. Faz parte da nossa cultura jurídica que ladrão graúdo envelheça longe do cárcere. Quando pegam algum, como ocorreu com José Roberto Arruda, é por questões alheias à pilhagem.

Dirceu veio ao Acre dar palestra sobre a conjuntura política atual. Ele tem currículo extenso e interesses variados. Não é economista, como se sabe. Mas posa de professor da matéria por onde passa. Aqui não agiu diferente. Ciceroneado pelo ex-governador Jorge Viana, falou sobre vários assuntos com conhecimento de causa.

Jornalistas que foram à palestra no auditório da Fieac se impressionaram com o que ouviram. Alguns saíram com a impressão de que Jorge Viana ainda tem muito a aprender com o ex-ministro. Ledo engano.

O ex-governador do
Acre, acreditem, tem currículo suficiente para dar aula a Zé Dirceu.
Arquibaldo Antunes

22 de mar de 2010

LULA DEIXA PARA SUCESSOR CONTA DE R$35BI DO PAC

Uma pendura de R$35 bilhões




Fonte: O GLOBO

Cabide desabafa: “cansei de ser humilhado pelo Carioca”



A frente Popular está mesmo perdendo aliado a cada dia. Quem procurou os deputados Luiz Calixto e Sérgio Petecão, neste sábado, foi o vereador Cabide.
Lamentando o tratamento que tem recebido dentro das administrações de Binho e Angelim, fez duras críticas ao assessor de assuntos políticos, Francisco Nepomuceno Carioca e disse que não tem mais condição moral de continuar convivendo na aliança que o elegeu.
“Nós só somos lembrados na época das eleições e os compromissos firmados nunca foram cumpridos. Eu não fui atendido em nada dentro da Frente Popular. Aquele Carioca é um ditador, trata mal e humilha as pessoas. Eu cansei de ser humilhado e de ser procurado quando tem votação importante na câmara”, desabafou.


Na conversa que teve com os dois deputados da oposição, Cabide confirmou que será candidato a estadual “porque minha eleição não depende de ninguém da Frente Popular e só de Deus e de seus eleitores”.


AC 24 horas

18 de mar de 2010

LEAL AO PRÓPRIO ESTILO

Os médicos do sistema público de saúde do Acre ameaçam fazer da greve um instrumento de tarapia intensiva contra o descaso do governo. Em assembléia na noite de ontem, eles decidiram fazer uma paralisação no dia 24. Trata-se de um aviso da categoria de que as negociações em torno da pretensão de reajuste salarial precisam ir adiante.

Mesmo com o aviso de que isso poderia acontecer, feito pelo deputado Donald Fernandes (PSDB), na semana passada, não houve da parte do governo interesse em adiantar-se à decisão e evitar o pior. Segundo o tucano, os médicos cansaram de ser enrolados pela comissão encarregada da negociação. Daqui por diante, ao que tudo indica, o remédio será amargo.

O site agazeta.net publicou nesta quarta-feira matéria da repórter Nayanne Santana sobre a decisão da classe médica. Nayanne ouviu Osvaldo Leal por telefone, já que o secretário se encontra em Brasília.

Antes de prosseguirmos, é preciso dizer também que o jornal A Tribuna de hoje publicou texto, assinado por Gilberto Lobo, sobre a situação do Centro de Nefrologia. O repórter entrevistou, na terça, uma funcionária da Saúde segundo a qual o governo não comprou máquinas novas de hemodiálise, e fez a inauguração do novo Centro de Nefrologia com o equipamento antigo. A fonte foi além, ao sustentar que a sessão de nefrologia foi suspensa para que o governo pudesse inaugurar o estelionato.

Leal ao próprio estilo, o secretário de Saúde está na Capital Federal enquanto tudo isso acontece. Não é a primeira vez que ele se ausenta enquanto o circo corre o risco de pegar fogo.

Ao final do governo Binho Marques, Osvaldo Leal terá enriquecido o próprio currículo, a conta bancária e a experiência como turista.

Em troca terá nos deixado a certeza de que bons médicos podem ser péssimos gestores.

Blog do Arquibaldo Antunes

16 de mar de 2010

LULA E A MÁQUINA DO TEMPO

A máquina traz para o presente ninguém menos que Luis Inácio Lula da Silva. Aquele de vinte anos atrás. Lula chega meio zonzo:
- O que é isso, companheiro?
Sem entender o que acontece, Lula é recebido com carinho, toma uma água, senta-se num sofá e recupera o fôlego.

- Onde eu tô?

- No futuro, Presidente. Colocamos em prática a Teoria da Relatividade!

- Futuro? Logo agora que vou ganhar do Collor, pô! Me manda de volta pro passado! Zé Dirceu! Zé? Cadê o Zé?

- Calma, Lula. Aproveite para dar uma olhada no seu futuro. Você é o presidente da República!

- Eu ganhei?

- Não daquela vez. Mas ganhou em 2002. E foi reeleito em 2006!

- Reeleito? Eu? Deixa eu ver, deixa eu ver!!!

E então Lula senta-se diante de um televisor de plasma. Maravilhado, assiste a um documentário sobre os últimos 20 anos do Brasil. Um sorriso escapa quando a eleição de 2002 é apresentada.

- Pô, fiquei bonito! Ué. Aquela ali abraçada comigo não é a Marta Suplicy?

- Não, Presidente, é a Marisa Letícia.

- Olha! Eu e o Papa! E aquele ali, quem é?

- É George Bush, o Presidente dos Estados Unidos!

- Arriégua! Êpa! Mas aquele ali abraçado comigo não é o Sarney? Com a Roseana? E o que é que o Collor tá fazendo abraçado comigo? O que é isso? Tá de sacanagem?

- Não, presidente. Esse é o futuro!

- AAAAhhhhhh! Olha lá o Quércia me abraçando! O Jader Barbalho! Cadê o Genoíno? Cadê o Zé Dirceu?

- O senhor cortou relações com eles.

- Meus amigos? Me separei deles e fiquei amigo do Quércia?

- Pois é...

- E aqueles ali? Não são banqueiros? Com aqueles sorrisos pra mim?

- Estão agradecendo, Presidente. Os bancos nunca tiveram um resultado tão bom como em seu governo.

- Bancos? Os bancos? Você tá de sacanagem. Sacanagem!

- Calma, Presidente. O povo está gostando, reelegeram o senhor com mais de cinqüenta milhões de votos!

- Mas não pode! Cadê os proletários? Só tô vendo nego da elite ali. Olha o Vicentinho de gravata! E o Jacques Wagner também! Mas que merda é essa?

- É o futuro, Presidente.

- E o Walter Mercado? Tá fazendo o quê ali?

- Aquela é a Marta Suplicy, Presidente.

- Ah, não. Não quero! Não quero! Não quero aquele meu terninho. Não quero aquele cabelinho. Não quero aquela barbinha. Desliga isso aí!
- Mas Presidente, esse é o futuro. O senhor vai conseguir tudo aquilo que queria.
- Não e não. Essa tal de teoria da relatividade é um perigo.

- Perigo?!

- É. As amizades ficam relativas. A moral fica relativa. As convicções ficam relativas. Tudo fica relativo.

- Bem-vindo a 2007, Presidente.

Este artigo é de autoria de Luciano Pires ( www.lucianopires.com.br) e está liberado para utilização em qualquer meio, contanto que seja citado o autor e não haja alteração em seu conteúdo.

15 de mar de 2010

Revista Veja


PT: NUNCA SE ROUBOU TANTO "NESTEPAIS"


O índio pedreiro e dois Pinóquios em Harvard


Onze anos de propaganda petista não convenceram o kaxinawá Cláudio Alberto Nunes (foto) de que a florestania pode redimir da penúria os que vivem dentro da mata.

Cláudio, ou Hunikui Muru, como é conhecido pelos seus parentes indígenas, tem 27 anos e experiência profissional como ajudante de pedreiro. Ele mora outra vez na aldeia Boca do Grota, no rio Envira, após longa temporada vivendo na capital do Acre. O kaxinawá levou de volta à aldeia a convicção de que salário no fim do mês, ainda que oriundo de trabalho braçal, é bem melhor que a incerteza dos que tiram o sustento da terra.

Na Universidade de Harvard, Estados Unidos, para aonde foram o ex-governador Jorge Viana e o atual, Binho Marques, os ouvintes de uma palestra proferida pelos acreanos, na quarta-feira, souberam que o Acre é “modelo de desenvolvimento” para o resto do mundo.

O cosmopolita Binho Marques, já bem tarimbado em excursões internacionais, resolveu viajar também na maionese ao afirmar haver “um interesse impressionante sobre o Acre em todas as partes do mundo, especialmente nos centros de estudos". E emendou: "Todos querem entender por que o Acre conseguiu fazer tanto, em tão pouco tempo, com recursos escassos”.

Tenho uma questão simples a formular à dupla de pínóquios: como um governo que defende os povos da floresta explica que um índio prefira a dureza do trabalho de ajudante de pedreiro ao êxtase perpétuo de viver no seu habitat?

Ganha um dólar americano aquele que souber a resposta certa.

Blog do Arquibaldo

10 de mar de 2010

LULA, O RESPEITADOR… DE DITADURAS



Lula diz que não lhe cabe questionar as leis de Cuba, não é? O terrorista Cesare Battisti só está por aqui porque o governo brasileiro decidiu “questionar as leis italianas”. Não foi diferente com Honduras. Ignorou-se que aquele país tinha uma Constituição. Mas atenção! Não estou igualando essas diversas realidades. Porque não são comparáveis.

Cuba é uma tirania. Itália e Honduras são democracias. E isso só reforça a imoralidade do conjunto.
Reinaldo Azevedo

9 de mar de 2010

SERRA X DILMA

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O post abaixo é uma primeira versão de uma biografia comparada entre José Serra(PSDB-SP) e Dilma Rousseff(PT-RS), para ser espalhada pelos quatro cantos do Brasil. Não há nenhuma mentira neste levantamento de dados e fatos sobre a vida pública dos dois oponentes.

Os Blogs pela Democracia tem o papel de colocar a verdade para o eleitorado médio, aquele que está longe dos blogs políticos. Precisamos, além do nosso trabalho dentro do nosso ambiente, transformar este tipo de post em e-mail, em corrente, em material para orkut, em informação para as redes sociais. Este é o nosso trabalho. Aprimorem esta comparação. Criem a sua própria. Levantem novos dados. O importante é confrontar os dois candidatos. Quando a campanha começar, boa parte do Brasil já vai estar conhecendo José Serra e Dilma Rousseff. Com capacidade de julgar e escolher o que é melhor para o Brasil.


José Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.
Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.

Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.

No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional.
Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

Em 1964, exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor.
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.

Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.
Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurelio", "Lobato"). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.

Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell.Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.

Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.
Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.

Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.

Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo.
Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.

Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: "ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos."

Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.

Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias própria que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
Em 1995, voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.

Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
Em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho.Vendo que o partido de Brizola estava decadente, ingressou no PT.

Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava oi grupo de transição.

Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.

Em 2006, elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
De lá para cá, vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.

Blog do Acreucho

4 de mar de 2010

NUNCA ANTES NESTIPAIZ

Observe as imagens abaixo.





Somados os valores gastos no local, chega-se ao montante de R$ 4,036 milhões. Não é pouco dinheiro, convenhamos. Agora veja abaixo o que virou, nas mãos dos petralhas, toda essa dinheirama.








Mais um detalhe: a maracutaia foi tamanha que instalaram no "aeroporto" a caixa d'água e as lâmpadas, mas esqueceram de levar a água e a energia elétrica.



Conclusão: nunca antes nestipaiz se fez tão pouco com tantos recursos.

Blog do Arquibaldo Antunes

3 de mar de 2010

Mais charges


AFANARAM OS ÍNDIOS

Da Sala de Imprensa do TCU

TCU condena ex-coordenador de organização indígena.

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou Francisco Avelino Batista, ex-coordenador da União das Nações Indígenas do Acre e do Sul do Amazonas (UNI/AC) a devolver R$ 588.916,99 à Fundação Nacional de Saúde (Funasa), por não prestar contas de recursos públicos federais.

A verba foi transferida, por convênio, para implantar um sistema de abastecimento de água em áreas indígenas.

Batista ainda terá de pagar multa de R$ 20 mil aos cofres do Tesouro Nacional em 15 dias. A cobrança judicial da dívida foi autorizada.

Cópia da documentação foi encaminhada à Procuradoria da República no Acre para adoção das providências cabíveis.

Cabe recurso da decisão.

O ministro Aroldo Cedraz foi o relator do processo.

Leia aqui o Acórdão
Escrito por Luiz Calixto | 03 de Março de 2010

2 de mar de 2010