6 de jan. de 2011
5 de jan. de 2011
DESMORONOU
Escrito por Luiz Calixto
A milionária farsa publicitária financiada pelo ex-governador Binho Marques para incutir na cabeça de alguns desavisados, e de um tanto de apaixonados, que o Acre é o ¨melhor local para se viver¨ desmoronou nas primeiras horas de mandato do governador que lhe sucedeu.
Ao montar a cinematográfica Força-Tarefa, com direção de comandantes carimbados e enfraquecidos, para o embate numa guerra quase perdida contra a dengue, o governador da hora foi obrigado a mostrar as vísceras de um sistema de saúde caótico e irresolutível.
É fato que o Acre, por nossas raízes, nosso bem querer, é, sem pestanejar, o melhor lugar do mundo.
Todavia o que nos prometeram foi algo além da nossa afetividade.
Nos disseram que teríamos os melhores índicadores sócio-econômicos da região e uma qualidade de vida invejada pelos outros Estados.
O estoque de 40 mil casos de dengue, várias óbitos hemorrágicos e secretário de saúde demissionário em plena crise, são elementos mais que suficientes para desmontar o discurso fajuto.
O novo governador pediu 90 dias de trégua.
O povo não deveria lhe conceder.
O time, embora desentrosado, já está jogando junto há muito tempo e os problemas adversários já são caducos.
Não se pode olvidar que este é o décimo terceiro ano de um mesmo governo.
30 de dez. de 2010
Feliz Ano Novo!
"Que as realizações alcançadas este ano, sejam apenas sementes plantadas, que serão colhidas com maior sucesso no ano vindouro."
29 de dez. de 2010
A FORÇA POLÍTICA DO MOSQUITO
Escrito por Luiz Calixto | 29 Dezembro 2010
Resistente, perverso e mutante, o mosquito da dengue, com suas potentes e certeiras lanças de dores nos ossos e queimaduras febris, já levou à cama milhares de riobranquenses.
À óbito, por hemorragia, dezenas.
Por mais de 4 anos o mosquito sobrevoou o gabinete do secretário Pascal Kalil para apeá-lo do poder, não pelos sintomas da doença, mas por absoluta incompetência.
Reunindo apoio político mais resistente que as larvas geradas pela coligação do Aedes aegypti, Pascal, às duras penas, vegetou no cargo.
Nesta semana, o secretário não resistiu ao nocaute aplicado pelos milhares de casos notificados e beijou a lona.
A FORÇA POLÍTICA DO MOSQUITO
Escrito por Luiz Calixto | 29 Dezembro 2010
Resistente, perverso e mutante, o mosquito da dengue, com suas potentes e certeiras lanças de dores nos ossos e queimaduras febris, já levou à cama milhares de riobranquenses.
À óbito, por hemorragia, dezenas.
Por mais de 4 anos o mosquito sobrevoou o gabinete do secretário Pascal Kalil para apeá-lo do poder, não pelos sintomas da doença, mas por absoluta incompetência.
Reunindo apoio político mais resistente que as larvas geradas pela coligação do Aedes aegypti, Pascal, às duras penas, vegetou no cargo.
Nesta semana, o secretário não resistiu ao nocaute aplicado pelos milhares de casos notificados e beijou a lona.
A FORÇA POLÍTICA DO MOSQUITO
Escrito por Luiz Calixto | 29 Dezembro 2010
Resistente, perverso e mutante, o mosquito da dengue, com suas potentes e certeiras lanças de dores nos ossos e queimaduras febris, já levou à cama milhares de riobranquenses.
À óbito, por hemorragia, dezenas.
Por mais de 4 anos o mosquito sobrevoou o gabinete do secretário Pascal Kalil para apeá-lo do poder, não pelos sintomas da doença, mas por absoluta incompetência.
Reunindo apoio político mais resistente que as larvas geradas pela coligação do Aedes aegypti, Pascal, às duras penas, vegetou no cargo.
Nesta semana, o secretário não resistiu ao nocaute aplicado pelos milhares de casos notificados e beijou a lona.
A FORÇA POLÍTICA DO MOSQUITO
Escrito por Luiz Calixto | 29 Dezembro 2010
Resistente, perverso e mutante, o mosquito da dengue, com suas potentes e certeiras lanças de dores nos ossos e queimaduras febris, já levou à cama milhares de riobranquenses.
À óbito, por hemorragia, dezenas.
Por mais de 4 anos o mosquito sobrevoou o gabinete do secretário Pascal Kalil para apeá-lo do poder, não pelos sintomas da doença, mas por absoluta incompetência.
Reunindo apoio político mais resistente que as larvas geradas pela coligação do Aedes aegypti, Pascal, às duras penas, vegetou no cargo.
Nesta semana, o secretário não resistiu ao nocaute aplicado pelos milhares de casos notificados e beijou a lona.
20 de dez. de 2010
CORTE RASO
Escrito por Luiz Calixto | 20 Dezembro 2010
As perspectivas não são em nada alvissareiras para turma do andar de baixo.Para tapar o rombo e ajustar as contas, a tesoura afiada do governador vai cortar, de cara, boa parte dos GTs ( grupos de trabalho), 80 DAS e 800 funções gratificadas.
Como ¨bocado comido é bocado esquecido¨, a galera que se segurou no pau das bandeiras petistas sob sol escaldante nas esquinas da cidade, na esperança de permancer no emprego, está em polvorosa.
A situação das finanças do estado é desoladora.
Gastaram muito e o crescimento das receitas não aguentou e nem acompanhou o ritmo alucinado das despesas.
19 de dez. de 2010
TRISTE PARTIDA
Escrito por Luiz Calixto | 17 Dezembro 2010
Melancólico este final de governo de Binho Marques.Depois de falhar no cumprimento de suas principais promessas de campanha, o governador assiste passivamente sua gestão atolar-se, mais ainda, na lama movediça da corrupção.
A BR-364 não foi emendada, a sociedade não foi emponderada e os números dos indicadores sócio-econômicos desfilam nos últimos lugares.
Deus foi culpado pelo atraso da BR, o empoderamento se resumiu à distribuição aleatória de recursos públicos para associações e sindicatos companheiros e o melhor lugar para se viver tem endereço na centena de outdoors espalhados pela cidade.
Por fim, os petistas estão se descabelando com a descoberta do rombo fenomenal de 7, ou 9 milhões como falam, do dinheiro que SUS que bem aplicado poderia encurtar a fila da morte do TFD.
Mais um pouco os camburões da polícia federal serão acionados.
Em 1º de janeiro, da escada do avião, o governador dará uma ¨banana¨ para os acreanos e irá curtir sua aposentadoria , que foi reajustada para 26 mil reais.
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