7 de jul. de 2011

Carioca destrata comissão de sindicalista e desautoriza deputado marcar nova reunião

AC 24 HS Qua, 06 de Julho de 2011 18:32
Depois de um dia inteiros de espera, instalou-se a confusão generalizada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), após a reunião que teria sido agendada pelo líder do governo, Moises Diniz (PC do B), com o assessor especial do Gabinete Civil e membro da equipe de negociação do governo, Francisco Nepomuceno, o Carioca, que segundo os sindicalistas, destratou os trabalhadores, inclusive utilizando palavrões e desautorizando qualquer tipo de reunião para negociar com a equipe econômica do Governo do Estado.
O assessor especial, Carioca teria dito aos sindicalistas, que “vive de política e ganha muito bem para dizer não, que os membros dos 10 sindicatos seriam uma categoria inexpressiva; que os líderes do movimento eram uns fracassados e que não teriam competência”. Depois de fazer menção desonrosa ao líder do governo e desconhecer o esforço que tanto Moisés Diniz quanto o presidente da Aleac, Élson Santiago têm feito para resolver o impasse com os sindicalistas, o assessor disse que não sabia o que os sindicalistas estariam fazendo na reunião, já que o que o Estado tinha a oferecer seria os 20%, proposta que eles havia recusado.
Abrahão Púpio contou aos jornalistas que o assessor de Tião chamou os sindicalistas  mentirosos, quando se fala de propostas e tentativa de negociação. Revoltados, os sindicalistas retornaram a Aleac, dizendo que a greve ainda não teria começando, que o governo poderia esperar a resposta das categorias em greve. Depois de um relato da reunião que aconteceu na Sesacre, houve um principio de tumulto. Novamente os líderes do movimento foram encaminhados a sala de reuniões da Aleac.
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Atordoados com a confusão, os deputados permanecem dentro do plenário da Casa. Os servidores chegaram a falar palavras de ordem, enquanto os sindicalistas ameaçam um quebra-quebra, se o aumento entrar em votação. O governo não sinaliza com qualquer tipo de negociação que não esteja dentro do que já foi oferecido aos sindicatos.
Ray Melo, da redação de ac24horas – raystudio3@gmail.com

29 de jun. de 2011

MAGOOU


Depois de dizer que funcionário insatisfeito com o salário, em vez de protestar, tem de pedir demissão, o terrível Carioca voltou novamente ao local do crime para dizer que o prestígio de deputado governista é equivalente a um risco n¨água. 
Sem freios na língua quando trata com submissos, o terrível humilha e pisa no rabo.
A arte é do AC24HORAS.

6 de jun. de 2011

DILMA JÁ NÃO CONDUZ; É CONDUZIDA



O que a fala de Dilma em defesa de Antonio Palocci evidencia — já que ele próprio optou por nada dizer até agora? A presidente da República é hoje instrumento de uma estratégia de defesa elaborada por Franklin Martins e Lula. Não tem autonomia nem para dizer “não”. Já não conduz mais nada; é conduzida.
Por Reinaldo Azevedo

1 de jun. de 2011

Ricardo Bergamini - Brasil varonil: deitado eternamente em berço esplêndido.

Em tópicos o Prof Bergamini coloca fundamentais questões sobre a economia brasileira



Prof. Ricardo Bergamini
Professor de Economia


Acredito nas informações do governo, as únicas existentes, e a base dos meus trabalhos são todas elaboradas com base nos arquivos oficiais do governo.

Abaixo envio um texto de minha autoria com um resumo das principais informações oficiais do governo até o ano de 2009,  que contradiz com a falsa afirmação de que os dados governamentai são duvidosos.

Vamos verificar que o governo divulga de forma oficial que o Brasil é uma tragédia.

Agradeço as colocações do amigo e Pensador Gilberto Simões Pires.


Aumento de carga tributária versus déficit fiscal nominal

 - De janeiro de 2003 até dezembro de 2009 a União gerou um déficit fiscal nominal de  R$ 708,4 bilhões (4,18% do PIB) com a agravante do aumento real da carga tributária da União em 6,20% do PIB (22,08% do PIB em 2002 para 23,45% do PIB em 2009).

- De 2003 até 2009 a carga tributária brasileira (Federal, Estadual e Municipal) teve um aumento real em relação ao PIB de 3,80% (Fonte MF).

-  De 1990 até 2009 a carga tributária brasileira teve um aumento de 41,62%.

Defesa gasta mais com inativos do que com ativos

 - Gastos com pessoal militar: 38,99% com ativos e 61,01% com inativos (reserva, reforma e pensão) (Fonte MF).
Déficit Público da União
 - De janeiro de 2003 até dezembro de 2009 a União gerou um déficit fiscal nominal de  R$ 708,4 bilhões (4,18% do PIB). 

Crescimento econômico do governo Lula comemorado como tendo sido o maior feito da história humanidade

- De 2003 até 2009 o Brasil teve um crescimento econômico real médio de 3,57% ao ano. Crescimento 18,68% menor do que no governo Sarney (4,39% ao ano), com moratória e hiperinflação (Fonte IBGE).

Trabalhadores de primeira classe (públicos) e de segunda classe (privados)

- Em 2009 o rendimento médio/mês per capita com pessoal ativo da União - 1.214.786 servidores (786.061 civis e 428.725 militares) foi de R$ 6.690,70 enquanto a média/mês per capita nacional para os trabalhadores formais nas atividades privadas foi de R$ 1.344,40 (79,91% menor) (Fonte MF).

- Em 2009 o rendimento médio/mês per capita com pessoal inativo e pensionista da União – 1.067.725 servidores (737.109 civis e 330.616 militares) foi de R$ 5.426,88 enquanto a média/mês per capita dos inativos e pensionistas das atividades privadas (INSS - 23,2 milhões de beneficiários) foi de R$ 715,30 (86,82% menor). (Fonte MF).

Gastos exorbitantes do Presidente

- De janeiro de 2003 até dezembro de 2009 o Gabinete da Presidência da Republica gastou (R$ 22,0 bilhões), mais do que com os seguintes Ministérios: Orçamento e Gestão (R$ 18,7 bilhões); Relações Exteriores (R$ 11,5 bilhões); Indústria e Comércio (R$ 11,3 bilhões); Meio-Ambiente (R$ 8,8 bilhões) e  Comunicações (R$ 8,6 bilhões). Sem considerar os insignificantes ministérios dos Esportes, Cultura e Turismo (Fonte MF).
Dívida Interna da União teve aumento real em relação ao PIB de 14,57%
 - Em 2002 a dívida interna da União (em poder do mercado e do Banco Central) era de R$ 841,0 bilhões (56,91% do PIB), em 2009 era de R$ 2.037,6 bilhões (65,20% do PIB). Aumento nominal de 142,28% e aumento real em relação ao PIB de 14,57% (Fonte MF).

Com o dinheiro público não há desemprego

- Com base nos números conhecidos no mês de Dezembro de 2009, comparando com dezembro de 2002, houve aumento do efetivo da ordem 318.634 servidores: Legislativo - 4.739; Judiciário - 13.775; Executivo Militar - 176.264 recrutas; Executivo Civil - 107.290 e Ex-territórios e DF de 16.566 (Fonte MF).

- Os gastos com pessoal da União aumentaram de R$ 75,0 bilhões em 2002 para R$ 167,0 bilhões em 2009. Incremento nominal de 122,67% em relação ao ano de 2002 para uma inflação de 59,18% no período, medida pelo IPCA (Fonte MF).

- Os gastos com pessoal militar aumentaram de R$ 20,9 bilhões em 2002 para R$ 37,7 bilhões em 2009. Aumento nominal de 80,38% em relação ao ano de 2002 para uma inflação de 59,18% no período, medida pelo IPCA (Fonte MF).

Imprevidência Pública da União
 

- Na análise da Previdência da União (Civis e Militares) existem 1.214.786 ativos para 1.067.725 inativos, ou seja: uma relação de 1,14 ativo para 1,00 inativo (Fonte MF).

Manicômio Tributário Brasileiro
 

- O manicômio tributário brasileiro é altamente concentrador de renda, senão vejamos: apenas 30,26% da carga tributária da União são oriundas das Receitas Tributárias (qualitativas – incidem somente sobre a renda e o lucro), os 69,74% restantes são oriundas das Receitas de Contribuições e de Outras Receitas Correntes (quantitativas – incidem, direta ou indiretamente, sobre todos os brasileiros de forma não equitativa, ou regressiva – quem mais ganha menos paga) (Fonte MF).

Turismo Público

- Em 2009 os três poderes da União gastaram R$ 1,8 bilhão com Diárias e Passagens e R$ 2,2 bilhões com Auxílio-Alimentação, totalizando R$ 4,0 bilhões. Crescimento de 14,28% em relação ao ano de 2008 (Fonte MF).

Distrito Federal detêm o maior PIB PER CAPITA do Brasil. 

Em 2008, oito estados tiveram PIB per capita acima da média brasileira, que foi de R$15.989,75: Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso. O Distrito Federal, o maior do Brasil, R$ 45.977,59, representava quase três vezes a média brasileira e quase o dobro de São Paulo, R$ 24.456,86, segundo maior. Entre os estados com PIB per capita menor que a média nacional, o Piauí, com R$ 5.372,56, situava-se como o menor valor, cerca de 30% do brasileiro. O Maranhão tem o segundo menor PIB per capita, R$ 6.103,66. Apesar de ter sido o 16° maior PIB brasileiro em 2008, tem a décima maior população brasileira.

Ocupação territorial Irracional

- A Amazônia é a região compreendida pela bacia do rio Amazonas, a mais extensa do planeta, formada por 25.000 km de rios navegáveis, em cerca de 6.900.000 km2, dos quais aproximadamente 3.800.000 km2 estão no Brasil. Já a Amazônia Legal, estabelecida no artigo 2 da lei nº 5.173, de outubro de 1966, abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, parte do Maranhão e cinco municípios de Goiás. Ela representa 59% do território brasileiro, distribuído por 775 municípios, onde viviam em 2000, segundo o Censo Demográfico, 20,3 milhões de pessoas (12,32% da população nacional), sendo que 68,9% desse contingente em zona urbana (Fonte IBGE).

Concentração econômica esquizofrênica

- Oito estados (SP, RJ, MG, RS, PR, BA, SC e DF) mantém a liderança das participações no PIB do país e, em 2007, eles concentravam quase 80% da economia (IBGE).

- Em 2006, as 764 maiores empresas industriais (com 1.000 ou mais pessoas ocupadas) representavam 0,5% do universo de 155.057 em atividade e concentravam 60% do valor da transformação industrial (Fonte IBGE).

-  Os oito estados mais industrializados do país (SP, MG, RS, PR, RJ, SC, BA e AM) concentravam 87,2% da indústria de transformação nacional em 2007 (Fonte IBGE).

- São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus tinham os seis maiores PIB entre os municípios e, juntos, eram responsáveis pela geração de um quarto das riquezas produzidas no país.

Os estados mais ricos da federação são subsidiados pelo governo federal

Com base em dezembro de 2009, cabe destacar ter o Tesouro Nacional haveres em empréstimos subsidiados, a juros de 6,50% ao ano, com prazo de 30 anos para pagamento, no montante de R$ 437,4 bilhões junto aos Estados e Municípios, sendo que os 5 estados ditos mais ricos da federação devem 73,90% da referida dívida, como segue: SP (41,34%) - MG (11,41%) - RJ (10,37%) - RS (7,64%) - PR (3,14%) (Fonte MF).

Ausência de governo

- 77,72% dos gastos com pessoal da União (civis e militares) se concentram no Distrito Federal (60,12%), e no Rio de Janeiro (17,60%) (Fonte MF).

- Apenas 3,35% dos gastos com pessoal da União (civis e militares) se concentram nos 10 estados da Amazônia (Fonte MF).

Investimentos públicos somente na propaganda do governo na televisão

- De janeiro de 2003 até dezembro de 2009, apenas com Serviço da Dívida (R$ 1.596,5 bilhões); Transferências Constitucionais e Voluntárias para Estados e Municípios (R$ 917,4 bilhões); Previdência INSS (R$ 1.131,7 bilhões - com 23,2 milhões de beneficiários) e Custo Total com Pessoal da União - Civis e Militares - Ativos, Inativos e Pensionistas (R$ 816,0 bilhões - com 2.282.511 beneficiários) totalizando R$ 4.461,6 bilhões, comprometeram-se 94,46% das Receitas Totais (Correntes e de Capitais) no período, no valor de R$ 4.723,3 bilhões (Fonte MF).

O mundo se curva aos sólidos fundamentos econômicos do Brasil

- Em 2009 o custo médio de carregamento da dívida interna da União foi de 0,8499% ao mês (10,69% ao ano), com ganho real positivo para os investidores de 0,9915% ao mês (12,57% ao ano), depois de incluída a deflação média/mês do IGPM de 0,1416% ao mês (1,7125% ao ano) (Fonte MF).

- Em 2009 as reservas de US$ 238,1 bilhões foram remuneradas com juros reais negativos de 3,8% ao ano (juro zero e inflação americana de 3,8% ao ano) (Fonte MF). 

Prêmio “Estadista Mundial” concedido ao Presidente Lula pelo mercado financeira internacional 

- Em 2009 o Brasil pagou juros reais positivos de 12,57% ao ano e recebeu nas aplicações das reservas juros reais negativos de 3,8% ao ano. Um ganho real para o mercado financeiro internacional de 16,37% ao ano (Fonte MF).

A inevitável falência da Previdência Social

- Em 2009 a arrecadação do sistema de previdência geral (INSS) foi de R$ 181,1 bilhões em contribuições de empresas (5,7 milhões) e de empregados e autônomos ativos da iniciativa privada (48,1 milhões), pagando benefícios da ordem de R$ 221,6 bilhões para um contingente de 23,2  milhões de aposentados e pensionistas, com salário médio mensal de R$ 715,30 gerando déficit de R$ 40,5 bilhões (1,30% do PIB) (Fonte MF).

- Em 2009 a arrecadação do governo federal junto aos servidores foi de R$ 9,3 bilhões (Militares - R$ 1,8 bilhão; Parte Patronal da União dos funcionários civis Ativos e Inativos - R$ 1,4 bilhão e Parte dos Funcionários Civis Ativos e Inativos - R$ 6,1 bilhões) de um contingente de pessoal ativo da ordem de 1.214.786 servidores (786.061 civis e 428.725 militares), com salário médio/mês de R$ 6.690,70 pagando benefícios de R$ 69,5 bilhões para um contingente de 1.067.725 servidores aposentados e pensionistas (737.109 civis e 330.616 militares), com salário médio/mês de R$ 5.426,88 gerando déficit de R$ 60,2 bilhões (1,92% do PIB) (Fonte MF).

26 de mai. de 2011

SINUCA DE BICO

Escrito por Luiz Calixto | 25 Maio 2011

O governo petista ainda  está procurando um lugar pra cair em razão da vitória avassaladora do  relatório do deputado  comunista Aldo Rebelo sobre o novo código florestal.
O suor venceu a preguiça.
Entretanto é no Senado Federal que a Jiripoca vai piar.
Quanto aos senadores petista do Acre estes terão de se rebolar para sair dessa sinuca de bico:
Se votarem com o governo ficam de mal com os produtores.
Se votarem a favor dos produtores ficarão na lista negra dos traidores do governo.
Jorge Viana e Anibal Diniz dizem ser favoráveis ao novo código.

10 de mai. de 2011

ENFIANDO O PÉ NA JACA

Escrito por Luiz Calixto | 09 Maio 2011

Jorge Viana e Anibal Diniz estão em ¨turnê¨ por Tarauacá e Feijó.
Os encontros serão realizados nas respectivas Câmaras Municipais e o prato principal do converseiro é a reforma política, tema que alimenta uma Comissão no Congresso Nacional da qual Jorge participa.
A obsessão de ambos é pela aprovação do financiamento público das campanhas eleitorais.
Ou seja, trabalham arduamente para desviar dinheiro da saúde, da educação, enfim, da população, para enfiar o pé na jaca da política.
Nas manchetes dos jornais a informação de que eles estão indo aos municípios para colocar os seus mandatos à disposição do povo acreano, como se não devessem saber, deste sempre, que estes já deveriam estar.
De fato, a intenção das andanças é transformar o poste  Anibal numa árvore frondosa para lançá-lo à reeleição em 2014.
Jorge e Anibal ainda não produziram absolutamente nada no Senado Federal em favor do Acre.

19 de abr. de 2011

TROQUEM O NOME DE SENA PARA TARAUACÁ, E VEJAM O RESULTADO

O que Sena espera do governo?

Tião Viana e seus secretários vão visitar Sena Madureira...O Principado (termo meu usado para destacar o descaso com que a cidade tem sido tratada nas últimas décadas pelos governos que passaram pelo Palácio Rio Branco)

No que diz respeito ao povo muita esperança e disposição em mudar...

A cidade de Sena deu maioria de votos ao governador Tião e agora quer a retribuição com medidas e ações que recoloquem o município no rumo do desenvolvimento.

Na cidade, Tião Viana vai encontrar...

Sérias dificuldades.

Uma prefeitura sem recursos para investimentos nos próximos meses e talvez até nos próximos anos. Além disso, a máquina municipal está sucateada – e superada -  e requer um urgente plano de modernização do seu funcionamento.


Os índios. Uma calamidade. Famílias inteiras de indígenas perambulando pelas ruas sem assistência alguma. O poder público não pode fechar os olhos! Que tal uma Aldeia Urbana no próprio município? Com escola, assistência médica, espaço para cultuar seus valores e apoio para convivência na cidade....Nunca o desprezo!

Infraestrutura urbana. Com 35.500 hab (senso IBGE 2010) a cidade carece de tudo. Não tem rede de esgoto, não há ruas decentemente pavimentadas, e muito menos calçadas de pedestres, que são obrigados a andar ainda pelo meio das vias.


Bairros. A maioria é formada por jovens que vivem a esmo sem uma ocupação. A carência de empregos em Sena é um dos tormentos da cidade. A violência aumenta a cada dia e o presídio aumenta o número de presos a toda hora. Aliás, o presídio é imponente e é o primeiro cartão de entrada de Sena. O visual é um horror!

Produção. O símbolo da produção agrícola do município não é exemplo para ninguém. Na Feira da cidade a sujeira toma de conta, o que afasta a clientela. Não há gestão, muito menos zelo com o local de exposição de alimentos e comidas. Uma lástima. Isso sem falar nos ramais e na logística de apoio ao escoamento da produção. Não é raro faltar macaxeira e banana na cidade, acreditem!

Educação. Sena precisa investir nos modelos de escola em tempo integral. O  prédio onde funciona o Colégio Santa Juliana, que já foi símbolo de elegância e formou várias autoridades do Acre -  está em precárias condições físicas. Salvam-se os esforços de gestores e professores.


Saúde. Sena Madureira (Santa Rosa, Manoel Urbano e Boca do Acre dependem do Hospital João Câncio)) precisa ser melhor atendida. Por que o município não pode sonhar com um hospital com mais médicos (hoje são 04 apenas) e até com uma UTI num futuro não muito distante? Isso mesmo! Por que Sena não pode ter uma Unidade de Terapia Intensiva?

Esportes. Não existe uma política de Esporte para a juventude. Algumas iniciativas isoladas acontecem, mas não resolvem porque não há seqüência. A imagem do fantasma do Estádio de Futebol, na entrada da cidade, jogada às traças, fala por si. Sena nem sabe que existe um Campeonato Estadual de Futebol.

Cultura. O pior problema de Sena é o ócio. O ócio improdutivo. Não há política de cultura. Nem do município nem do Estado. Em Sena os finais de semana são aproveitados em bares por boa parte dos jovens. Não há bibliotecas, livrarias, cinemas, teatro...nada. Sem Cultura Sena não terá a menor chance de sair do atoleiro.

Os mortos. Em Sena, o Cemitério oficial do município é um convite ao desrespeito. Total falta de cuidado com os que ajudaram a construir a cidade. Nem a limpeza básica é feita no Campo Santo de Sena.

Comércio. Os empresários são uns heróis, pois conseguem sobreviver numa economia em bancarrota. O poder público não se comunica com o empresariado. A principal avenida do comércio (Padre Egidio) está se acabando. É preciso revitalizá-la. Torná-la bonita para elevar a autoestima do comércio e da cidade.

Madeira. Nenhum município é tão bem servido com a espécie do que Sena. Que tal investimentos no setor com treinamento em mão-de-obra para construção de móveis e afins? Convênios com a Itália é possível...!

Por fim, acredito que o governador dedicará algum tempo seu para pensar as saídas para o Principado de Sena, que está fora da agenda (política, econômica e cultural) do Estado faz uma longa data.

A fé move montanha. E se a população tiver consciência de sua força....

Blog do Braña

Discurso edulcorado

No dia 12 de março do ano passado, mostrei aqui a história de Cláudio Alberto Nunes, ou Hunikui Muru, como é conhecido pelos seus parentes indígenas. Ele vive na aldeia Boca do Grota, no rio Envira, em Feijó, para onde voltou depois de morar em Rio Branco e trabalhar como ajudante de pedreiro.

Quando o conheci, Cláudio lamentava a situação em que viviam todos de sua aldeia e admitia ter saudades dos tempos em que o trabalho braçal lhe rendia um salário mínimo por mês.
Hoje, Dia do Índio, é também dia de protesto por parte daqueles que há décadas só servem para edulcorar muito discurso ufanista e sem vergonha. 

7 de abr. de 2011

O CAMBURÃO EM AÇÃO

Escrito por Luiz Calixto
Em junho do ano passado escrevi sobre a ADESOBRAS, empresa  vinda do Paraná no excesso da bagagem de Laura Okamura ( leia aqui ).


A poderosa Laura pintava e bordava na pálida gestão de Binho Marques ao ponto de mandar mais do que ele.


Uma das provas de sua influência foi quando, por telefone, mandou o governador demitir o jornalista Washington Aquino.


Pois bem.


A empresa tem mais de 10 milhões em contratos com o Governo do Povo do Acre e está sendo investigada pela Polícia Federal.


No momento que os camburões da Polícia Federal passaram em frente das mansões de petistas com as sirenes ligadas houve vários desmaios e disenterias.


Nas imagens abaixo um dos contratos e dois pagamentos.





Blog do Calixto

6 de abr. de 2011

Eles quebraram o Acre



Não há nada mais insustentável do que viver de empréstimos, não é mesmo? E se há algo que mortifica os petralhas, é assumir a falência após 12 anos de comando sem a possibilidade de botar a culpa nos adversários.

Matéria desta terça no jornal A Tribuna mostra que o governo estadual fala agora em cortar gastos para atenuar o descarrilamento do trem econômico. E revela que só não chegamos ao fundo do poço antes porque recorremos ao guichê das instituições financeiras. O ponto em questão é que qualquer projeto de fomento à economia, como a propalada industrialização, depende de investimentos, aos quais não teremos mais acesso pela saturação dos saques da última década.


Por enquanto a gente pode ir cortando o cafezinho.


Leia a
íntegra do descalabro.

Fonte: Blog do Archibaldo Antunes/Foto Blog do Altino.

4 de abr. de 2011

A BOLHA ESPOCOU

Inflada pela bomba de volumosos recursos de empréstimos e por  repasses generosos do governo federal, a bolha dos investimentos públicos muchou e suas consequências são visíveis e sentidas.
As empresas da construção civil, mantenedoras dos empregos temporários, estão demitindo em massa  e não há perspectivas de retomada, pelo menos  a curto prazo.
No comércio, a queda nas vendas é sintomática.
40 milhões de reais estão enterrados em obras de saneamento que não servem a um vaso sanitário sequer e os operários foram parar no olho da rua.
As famosas emendas individuais, com as quais o governo central mantém na corda curta seus obedientes  parlamentares, foram contigenciadas, sem data definida para empenho e liberação.
De certa forma, os parlamentares aliados torcem para o surgimento de uma crise política, vislumbrando-a como uma oportunidade de chantagear a presidente em troca do desbloqueio orcamentário.
No Senado Federal, o campeão de votos Anibal Diniz ganhou o apelido de ¨Jorge Tadeu¨, em razão de estar permanentemente com uma máquina em punho fotografando Jorge Viana e nada mais.
O prestígio político da bancada governista à presidente Dilma Roussef tem o mesmo valor de uma nota de 3 reais.
Dilma  é profundamente ressentida por ter levando uma ¨buchuda ¨ de José de Serra no Acre  e, desde sua posse, ainda não concedeu nenhuma audiência para tratar dos assuntos do Estado.
Jorge Viana, que durante a campanha gabava-se de entrar no gabinete presidencial sem precisar tomar um demorado chá de cadeira,  adula, sem sucesso,  a Sarney e Renan Calheiros em busca de um minuto com a presidente.
Essa é a real situação do Acre.