26 de mai. de 2011

SINUCA DE BICO

Escrito por Luiz Calixto | 25 Maio 2011

O governo petista ainda  está procurando um lugar pra cair em razão da vitória avassaladora do  relatório do deputado  comunista Aldo Rebelo sobre o novo código florestal.
O suor venceu a preguiça.
Entretanto é no Senado Federal que a Jiripoca vai piar.
Quanto aos senadores petista do Acre estes terão de se rebolar para sair dessa sinuca de bico:
Se votarem com o governo ficam de mal com os produtores.
Se votarem a favor dos produtores ficarão na lista negra dos traidores do governo.
Jorge Viana e Anibal Diniz dizem ser favoráveis ao novo código.

10 de mai. de 2011

ENFIANDO O PÉ NA JACA

Escrito por Luiz Calixto | 09 Maio 2011

Jorge Viana e Anibal Diniz estão em ¨turnê¨ por Tarauacá e Feijó.
Os encontros serão realizados nas respectivas Câmaras Municipais e o prato principal do converseiro é a reforma política, tema que alimenta uma Comissão no Congresso Nacional da qual Jorge participa.
A obsessão de ambos é pela aprovação do financiamento público das campanhas eleitorais.
Ou seja, trabalham arduamente para desviar dinheiro da saúde, da educação, enfim, da população, para enfiar o pé na jaca da política.
Nas manchetes dos jornais a informação de que eles estão indo aos municípios para colocar os seus mandatos à disposição do povo acreano, como se não devessem saber, deste sempre, que estes já deveriam estar.
De fato, a intenção das andanças é transformar o poste  Anibal numa árvore frondosa para lançá-lo à reeleição em 2014.
Jorge e Anibal ainda não produziram absolutamente nada no Senado Federal em favor do Acre.

19 de abr. de 2011

TROQUEM O NOME DE SENA PARA TARAUACÁ, E VEJAM O RESULTADO

O que Sena espera do governo?

Tião Viana e seus secretários vão visitar Sena Madureira...O Principado (termo meu usado para destacar o descaso com que a cidade tem sido tratada nas últimas décadas pelos governos que passaram pelo Palácio Rio Branco)

No que diz respeito ao povo muita esperança e disposição em mudar...

A cidade de Sena deu maioria de votos ao governador Tião e agora quer a retribuição com medidas e ações que recoloquem o município no rumo do desenvolvimento.

Na cidade, Tião Viana vai encontrar...

Sérias dificuldades.

Uma prefeitura sem recursos para investimentos nos próximos meses e talvez até nos próximos anos. Além disso, a máquina municipal está sucateada – e superada -  e requer um urgente plano de modernização do seu funcionamento.


Os índios. Uma calamidade. Famílias inteiras de indígenas perambulando pelas ruas sem assistência alguma. O poder público não pode fechar os olhos! Que tal uma Aldeia Urbana no próprio município? Com escola, assistência médica, espaço para cultuar seus valores e apoio para convivência na cidade....Nunca o desprezo!

Infraestrutura urbana. Com 35.500 hab (senso IBGE 2010) a cidade carece de tudo. Não tem rede de esgoto, não há ruas decentemente pavimentadas, e muito menos calçadas de pedestres, que são obrigados a andar ainda pelo meio das vias.


Bairros. A maioria é formada por jovens que vivem a esmo sem uma ocupação. A carência de empregos em Sena é um dos tormentos da cidade. A violência aumenta a cada dia e o presídio aumenta o número de presos a toda hora. Aliás, o presídio é imponente e é o primeiro cartão de entrada de Sena. O visual é um horror!

Produção. O símbolo da produção agrícola do município não é exemplo para ninguém. Na Feira da cidade a sujeira toma de conta, o que afasta a clientela. Não há gestão, muito menos zelo com o local de exposição de alimentos e comidas. Uma lástima. Isso sem falar nos ramais e na logística de apoio ao escoamento da produção. Não é raro faltar macaxeira e banana na cidade, acreditem!

Educação. Sena precisa investir nos modelos de escola em tempo integral. O  prédio onde funciona o Colégio Santa Juliana, que já foi símbolo de elegância e formou várias autoridades do Acre -  está em precárias condições físicas. Salvam-se os esforços de gestores e professores.


Saúde. Sena Madureira (Santa Rosa, Manoel Urbano e Boca do Acre dependem do Hospital João Câncio)) precisa ser melhor atendida. Por que o município não pode sonhar com um hospital com mais médicos (hoje são 04 apenas) e até com uma UTI num futuro não muito distante? Isso mesmo! Por que Sena não pode ter uma Unidade de Terapia Intensiva?

Esportes. Não existe uma política de Esporte para a juventude. Algumas iniciativas isoladas acontecem, mas não resolvem porque não há seqüência. A imagem do fantasma do Estádio de Futebol, na entrada da cidade, jogada às traças, fala por si. Sena nem sabe que existe um Campeonato Estadual de Futebol.

Cultura. O pior problema de Sena é o ócio. O ócio improdutivo. Não há política de cultura. Nem do município nem do Estado. Em Sena os finais de semana são aproveitados em bares por boa parte dos jovens. Não há bibliotecas, livrarias, cinemas, teatro...nada. Sem Cultura Sena não terá a menor chance de sair do atoleiro.

Os mortos. Em Sena, o Cemitério oficial do município é um convite ao desrespeito. Total falta de cuidado com os que ajudaram a construir a cidade. Nem a limpeza básica é feita no Campo Santo de Sena.

Comércio. Os empresários são uns heróis, pois conseguem sobreviver numa economia em bancarrota. O poder público não se comunica com o empresariado. A principal avenida do comércio (Padre Egidio) está se acabando. É preciso revitalizá-la. Torná-la bonita para elevar a autoestima do comércio e da cidade.

Madeira. Nenhum município é tão bem servido com a espécie do que Sena. Que tal investimentos no setor com treinamento em mão-de-obra para construção de móveis e afins? Convênios com a Itália é possível...!

Por fim, acredito que o governador dedicará algum tempo seu para pensar as saídas para o Principado de Sena, que está fora da agenda (política, econômica e cultural) do Estado faz uma longa data.

A fé move montanha. E se a população tiver consciência de sua força....

Blog do Braña

Discurso edulcorado

No dia 12 de março do ano passado, mostrei aqui a história de Cláudio Alberto Nunes, ou Hunikui Muru, como é conhecido pelos seus parentes indígenas. Ele vive na aldeia Boca do Grota, no rio Envira, em Feijó, para onde voltou depois de morar em Rio Branco e trabalhar como ajudante de pedreiro.

Quando o conheci, Cláudio lamentava a situação em que viviam todos de sua aldeia e admitia ter saudades dos tempos em que o trabalho braçal lhe rendia um salário mínimo por mês.
Hoje, Dia do Índio, é também dia de protesto por parte daqueles que há décadas só servem para edulcorar muito discurso ufanista e sem vergonha. 

7 de abr. de 2011

O CAMBURÃO EM AÇÃO

Escrito por Luiz Calixto
Em junho do ano passado escrevi sobre a ADESOBRAS, empresa  vinda do Paraná no excesso da bagagem de Laura Okamura ( leia aqui ).


A poderosa Laura pintava e bordava na pálida gestão de Binho Marques ao ponto de mandar mais do que ele.


Uma das provas de sua influência foi quando, por telefone, mandou o governador demitir o jornalista Washington Aquino.


Pois bem.


A empresa tem mais de 10 milhões em contratos com o Governo do Povo do Acre e está sendo investigada pela Polícia Federal.


No momento que os camburões da Polícia Federal passaram em frente das mansões de petistas com as sirenes ligadas houve vários desmaios e disenterias.


Nas imagens abaixo um dos contratos e dois pagamentos.





Blog do Calixto

6 de abr. de 2011

Eles quebraram o Acre



Não há nada mais insustentável do que viver de empréstimos, não é mesmo? E se há algo que mortifica os petralhas, é assumir a falência após 12 anos de comando sem a possibilidade de botar a culpa nos adversários.

Matéria desta terça no jornal A Tribuna mostra que o governo estadual fala agora em cortar gastos para atenuar o descarrilamento do trem econômico. E revela que só não chegamos ao fundo do poço antes porque recorremos ao guichê das instituições financeiras. O ponto em questão é que qualquer projeto de fomento à economia, como a propalada industrialização, depende de investimentos, aos quais não teremos mais acesso pela saturação dos saques da última década.


Por enquanto a gente pode ir cortando o cafezinho.


Leia a
íntegra do descalabro.

Fonte: Blog do Archibaldo Antunes/Foto Blog do Altino.

4 de abr. de 2011

A BOLHA ESPOCOU

Inflada pela bomba de volumosos recursos de empréstimos e por  repasses generosos do governo federal, a bolha dos investimentos públicos muchou e suas consequências são visíveis e sentidas.
As empresas da construção civil, mantenedoras dos empregos temporários, estão demitindo em massa  e não há perspectivas de retomada, pelo menos  a curto prazo.
No comércio, a queda nas vendas é sintomática.
40 milhões de reais estão enterrados em obras de saneamento que não servem a um vaso sanitário sequer e os operários foram parar no olho da rua.
As famosas emendas individuais, com as quais o governo central mantém na corda curta seus obedientes  parlamentares, foram contigenciadas, sem data definida para empenho e liberação.
De certa forma, os parlamentares aliados torcem para o surgimento de uma crise política, vislumbrando-a como uma oportunidade de chantagear a presidente em troca do desbloqueio orcamentário.
No Senado Federal, o campeão de votos Anibal Diniz ganhou o apelido de ¨Jorge Tadeu¨, em razão de estar permanentemente com uma máquina em punho fotografando Jorge Viana e nada mais.
O prestígio político da bancada governista à presidente Dilma Roussef tem o mesmo valor de uma nota de 3 reais.
Dilma  é profundamente ressentida por ter levando uma ¨buchuda ¨ de José de Serra no Acre  e, desde sua posse, ainda não concedeu nenhuma audiência para tratar dos assuntos do Estado.
Jorge Viana, que durante a campanha gabava-se de entrar no gabinete presidencial sem precisar tomar um demorado chá de cadeira,  adula, sem sucesso,  a Sarney e Renan Calheiros em busca de um minuto com a presidente.
Essa é a real situação do Acre.

31 de mar. de 2011

UM DIA PRA FICAR NA HISTÓRIA


Este dia 30 de março passará a compor um capítulo especial na história de farsa do PT.
Alimentador de ocupações, o partido se utiliza dos mesmos métodos truculentos que no passado combatia.
Durante as operações, a polícia militar, cumprindo ordens de seu comandante em chefe, Tião Viana, ultrapassou os limites da força necessária  para desocupar casas que já deveriam ter sido  entregues para pessoas necessitadas.
Sem dó, nem piedade, criancas e mulheres gestantes foram atingindas com balas de borracha e empurrões.
Em silêncio absoluto a bancada de deputados e senadores do governo manifestou seu apoio às operações
A fotomontagem é do AC24HORAS.

15 de mar. de 2011

Tsunami de tolices

(Foto de Valter Campanato/ABr)

Político cuja ânsia é manter-se em evidência quase sempre acaba, pelas muitas aparições públicas e entrevistas sobre temas variados, tropeçando na própria língua. No fim de semana, por conta do lançamento da Campanha da Fraternidade 2011 no Acre, a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) disse que "os terremotos, tsunamis, desmoronamentos e alagamentos ocorridos nos últimos tempos no mundo são consequência da ação humana".

Achei que a repórter poderia ter distorcido as palavras de dona Perpétua. Mas um release de sua assessoria confirmou-lhe o disparate.

Tsunamis são ondas causadas por deslocamento de grande volume de água em oceanos ou lagos. E terremotos resultam de fricção entre placas tectônicas, cuja ocorrência antecede a presença do homem-de-neandertal no planeta.

Discorrer sobre o que se ignora com a desenvoltura de quem tem doutorado em coisa alguma é um risco que a se sujeita todo político falastrão. Mas dona Perpétua Almeida não esteve sozinha no congresso de çábios que tratou da campanha da fraternidade.

Para o bispo Dom Joaquim, a dengue não teria assolado os acreanos não fosse o desperdício de água. Se o que disse Dom Joaquim fosse verdade, os bairros altos de Rio Branco, onde há maior incidência de casos da doença, não seriam os mesmos onde o produto é mais escasso nas torneiras.

O problema de muito discurso aparentemente lógico é que eles podem esconder argumentos sediciosos. A igreja prega a preservação dos recursos hídricos, mas nunca se manifestou contra o esgoto que o governo companheiro faz chegar ao rio Acre via Parque da Maternidade.

Deus está atento ao que os petralhas fazem aqui na terra. Nós precisamos, no mínimo, prestar atenção ao que eles dizem.


ARQUIBALDO ANTUNES

3 de mar. de 2011

SEM CHORO, NEM VELA

Não sei por qual motivo os petistas acreanos estão chorando os cortes orçamentários implementados pelo governo federal.
Durante a campanha eleitoral vendiam a  mensagem de facilidade  dizendo que o bom, o melhor  para o Acre seria se estivessem todos juntos. Gato, periquito, papagaio e tudo mais.
E agora?
O governo petista contigenciou as emendas com as quais mantém os seus parlamentares na corda curta e passou a lâmina nos recursos do PAC.
Obras e investimentos estão comprometidos.
A saída é pegar mais um empréstimo para sufocar ainda mais as finanças do Estado.
Portanto, companheiros, nada de choro.
A hora é de mostra competência e resultados.

Afinal, que fim tiveram as importações de tomates, brita  e cimento do Perú?
E as providências relativas aos estudantes de medicina na Bolívia?
Uma pequena fortuna suficiente para abastecer o mercado do vale do Juruá em pelo menos 6 meses foi aplicada para levar empresários, jornalistas engajados, políticos e outras espécies  e o tomate continua custando 8 reais nos municípios da região.
E as pedras que seriam importadas aos montes para construção da BR-364?
Os jornalistas tribuneiros atigiam o orgasmo enquanto escreviam as matérias encomendadas sobre o assunto.
Minhas posições estão devidamente registradas.
Agora o tema da moda é o vestibular.
Se algum vestibulando, aprovado ou não, estiver aguardando por consequências dessas reuniões feitas pra encher linguiça, esqueça.
O objetivo delas já foi atingido: os jornais e televisões já produziram as  matérias  do jeito que lhes pediram.

1 de mar. de 2011

CHAMA A MANDUQUINHA

Escrito por Luiz Calixto | 28 Fevereiro 2011

Do Estadão.

Cercado por fraudes, Segundo Tempo turbina caixa e políticos do PC do B.
Projeto do Ministério do Esporte só em 2010 distribuiu R$ 30 milhões a ONGs de dirigentes e aliados do partido; ‘Estado’ percorreu núcleos esportivos no DF, GO, PI, SP e SC e flagrou convênios com entidades de fachada, situações precárias e de abandono

A reportagem do Estado foi conhecer os núcleos do Segundo Tempo no Distrito Federal, em Goiás, Piauí, São Paulo e Santa Catarina.
A amostra, na capital e região do entorno, no Nordeste mais pobre ou no Sul e no Sudeste com melhores indicadores socioeconômicos, flagrou o mesmo quadro: entidades de fachada recebendo o dinheiro do projeto, núcleos esportivos fantasmas, abandonados ou em condições precárias.

As crianças ficam expostas ao mato alto e a detritos nos terrenos onde deveriam existir quadras esportivas. Alguns espaços são precariamente improvisados, faltam uniformes e calçados, os salários estão atrasados e a merenda é desviada ou entregue com prazo de validade vencido.

No site do ministério, o Segundo Tempo é descrito como um programa de "inclusão social" e "desenvolvimento integral do homem".
Tem como prioridade atuar em áreas "de risco e vulnerabilidade social", criando núcleos esportivos para oferecer a crianças e jovens carentes a prática esportiva após o turno escolar e também nas férias.

Conferidas de perto, pode-se constatar que as diretrizes do projeto, que falam em "democratização da gestão" foram substituídas pelo aparelhamento partidário.
A reportagem mostra, a partir deste domingo, 20, como o ministro Orlando Silva, sem licitação, entregou o programa ao PC do B.

O Segundo Tempo está, majoritariamente, nas mãos de entidades dirigidas pelo partido e virou arma política e eleitoral. Só em 2010, ano eleitoral, os contratos com essas entidades somaram R$ 30 milhões.

O Ministério do Esporte afirma que "cabe à entidades parceira promover a estruturação do projeto". Questionado sobre as situações constatadas pelo Estado e pelo controle partidário do programa, o ministério defendeu o critério de escolha das entidades sob o argumento que é feita uma seleção técnica dos parceiros.

Terreno vazio. O dinheiro deveria ser usado para criar 590 núcleos e beneficiar 60 mil crianças carentes. Na procura por um núcleo cadastrado na cidade do Novo Gama (GO), por exemplo, a reportagem encontrou um terreno baldio onde deveria funcionar um campo de futebol.
Cerca de 2,2 mil crianças foram iludidas na cidade por uma entidade sem fins lucrativos fantasma.

No Novo Gama, o programa Segundo Tempo é só promessa, mas, na última campanha eleitoral, foi usado como realidade pelo vice-presidente do PC do B do DF, Apolinário Rebelo. O mesmo ocorreu na Ceilândia (DF).

Em Teresina (PI), no lugar de uma quadra poliesportiva os jovens usam um matagal, onde improvisam tijolos e bambus para jogar futebol e vôlei.
Do lado de fora, no muro do terreno, a logomarca do Segundo Tempo anuncia que ali existiria um núcleo do programa. O local é um dos espaços cadastrados por uma entidade que já recebeu R$ 4,2 milhões para cuidar do projeto. Seus dirigentes são do PC do B.

Lideranças de comunidades carentes de Santa Catarina criticaram a intermediação do Instituto Contato, dirigido pelo PC do B, no Segundo Tempo e anunciaram que abriram mão do projeto. Aulas de tênis são dadas na calçada, com raquetes de plástico.
Em Florianópolis, a reportagem encontrou um lote de suco de groselha com validade vencida num núcleo do programa.

A campeã de recursos do governo é a ONG Bola Pra Frente, dirigida pela ex-jogadora de basquete Karina Rodrigues, vereadora de Jaguariúna (SP) pelo PC do B - R$ 28 milhões foram repassado à entidade desde 2004.

Prestação de contas

O Ministério do Esporte afirma, em seu site, que todos os convênios do programa Segundo Tempo devem fornecer "descrição detalhada dos materiais, bens ou serviços adquiridos"

Para entender

O Programa Segundo Tempo foi criado no começo do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na teoria, o objetivo é oferecer a crianças e jovens carentes oportunidade de prática esportiva após o turno escolar e nas férias.

O Ministério do Esporte fecha parcerias com entidades sem fins lucrativos, que assumem a tarefa de botar em prática o Segundo Tempo.
Prefeituras também fazem convênio com o governo. A ideia é criar núcleos esportivos e contratar professores.
Segundo o ministério, o Segundo Tempo deve "oferecer práticas esportivas educacionais, estimulando crianças e adolescentes a manter uma interação efetiva que contribua para o seu desenvolvimento integral".