Acreucho: A emenda, saiu pior que o soneto! Lula agora diz que "os partidos políticos e os políticos tinham que ter feito uma legislação que os beneficiasse, para que não ficassem à mercê de decisões judiciais". Legislar em causa própria, no caso, políticos fazendo Leis que os beneficiassem, seria um crime pior ainda. As Leis tem que ser feitas para beneficiar "a sociedade", e não a uma classe em particular. Quem tem que administrar as Leis eleitorais são os juristas e não os políticos. Os partidos e os políticos têm que "estar debaixo" do que for estabelecido pela Constituição. Lula calado é um poeta!
12 de abr. de 2010
Pior a emanda que o soneto!
7 de abr. de 2010
Algumas coisas...
Do mesmo partido...
Marina Silva diz que PAC 2 é marmita requentada. Esta história não está bem contada. Como ela pode pensar uma coisa dessas se "mora no mesmo quarteirão que o povo do PT?
Do mesmo partido 2
Marina vai fazer uma pantomima com sua candidatura à presidência, não vai se reeleger para o senado, o que seria certo, não está preocupada com isso, dando como certa a vitória de Tião Viana para o governo do Acre, está segura com alguma secretaria para acomodá-la e, aos seus.
Desperdício
Noutra encarnação, quero ser um artista e trabalhar fazendo "obras de arte" para o pessoal do PT, eles pagam quantias milionárias pelas obras. Desta vez foram 165 mil reais por uma estátua que, diga-se de passagem, não tem nada de bonita. Mas, como não entendo nada de arte... Outro dia foram os 300 mil para uma "ilustre desconhecida cantora" que animou o Carnaval Digital. Enquanto isso a encosta da Floriano Peixoto está desmoronando.
PAC, PAC2 tudo eleitoreiro
As obras do PAC, o original, o eleitoreiro, estão paralizadas e atrasadas por todo o país e eles já estão querendo lançar o PAC2, o "mais eleitoreiro". Por aqui, milhares de casas estão sendo construídas e vão aprodrecer antes de serem entregues, o governo está esperando a época das eleições pra usar como moeda de troca por votos. Até posso vislumbrar o que dirão: "As obras das casas populares serão paralizadas se a oposição ganhar o governo".
Postado por Acreucho - blogdoacreucho.blogspot.com
Marina Silva diz que PAC 2 é marmita requentada. Esta história não está bem contada. Como ela pode pensar uma coisa dessas se "mora no mesmo quarteirão que o povo do PT?
Do mesmo partido 2
Marina vai fazer uma pantomima com sua candidatura à presidência, não vai se reeleger para o senado, o que seria certo, não está preocupada com isso, dando como certa a vitória de Tião Viana para o governo do Acre, está segura com alguma secretaria para acomodá-la e, aos seus.
Desperdício
Noutra encarnação, quero ser um artista e trabalhar fazendo "obras de arte" para o pessoal do PT, eles pagam quantias milionárias pelas obras. Desta vez foram 165 mil reais por uma estátua que, diga-se de passagem, não tem nada de bonita. Mas, como não entendo nada de arte... Outro dia foram os 300 mil para uma "ilustre desconhecida cantora" que animou o Carnaval Digital. Enquanto isso a encosta da Floriano Peixoto está desmoronando.
PAC, PAC2 tudo eleitoreiro
As obras do PAC, o original, o eleitoreiro, estão paralizadas e atrasadas por todo o país e eles já estão querendo lançar o PAC2, o "mais eleitoreiro". Por aqui, milhares de casas estão sendo construídas e vão aprodrecer antes de serem entregues, o governo está esperando a época das eleições pra usar como moeda de troca por votos. Até posso vislumbrar o que dirão: "As obras das casas populares serão paralizadas se a oposição ganhar o governo".
Postado por Acreucho - blogdoacreucho.blogspot.com
29 de mar. de 2010
SERRA ABRE 9 PONTOS SOBRE DILMA E SE ISOLA NA FRENTE

Tucano tem 36% e petista pontua 27%, diz Datafolha feito entre quinta e ontem
Governador de SP recupera 4 dos 5 pontos que perdera entre dezembro e janeiro, e ministra oscila para baixo; Ciro tem 11% e Marina, 8%
FERNANDO RODRIGUES
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, abriu nove pontos de vantagem sobre a petista Dilma Rousseff e voltou a ser líder isolado na corrida ao Palácio do Planalto.
Pesquisa Datafolha realizada nos dias 25 e 26 deste mês mostra o tucano com 36%. A petista tem 27%. Há um mês, eles tinham 32% e 28%, respectivamente, no mesmo cenário.
Como a margem de erro da pesquisa Datafolha é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Serra apresentou crescimento real -embora tenha retornado ao patamar de dezembro, quando tinha 37%.
Já Dilma, pela primeira vez não apresentou crescimento na sua curva de intenção de votos: a petista oscilou negativamente um ponto percentual.
No mesmo levantamento, Ciro Gomes (PSB) ficou com 11% (tinha 12% em fevereiro e 13% em dezembro). Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os mesmos 8% obtidos em dezembro e há um mês. Indecisos, brancos e nulos somam 7% e 11% não souberam responder.
Quando o Datafolha exclui Ciro da lista de candidatos, o cenário fica semelhante. Serra vai a 40% contra 30% de Dilma -a diferença entre ambos passa de nove para dez pontos, mas essa variação está dentro da margem de erro.
Sem Ciro, Marina pula para 10% e continua sem ameaçar o pelotão da frente.
2º turno e rejeição
As simulações de segundo turno seguiram os cenários de primeiro turno, com a recuperação de Serra. Numa hipotética disputa entre Serra e Dilma, o tucano venceria hoje com 48% contra 39% da petista -uma distância de nove pontos. Em fevereiro, os percentuais eram de 45% a 41%.
Em termos de rejeição, do ponto de vista estatístico, os quatro principais concorrentes estão empatados no limite da margem de erro, mas quem numericamente tem o pior índice é Ciro Gomes, com 26%. Colados a ele vêm José Serra (com 25%), Dilma Rousseff (23%) e Marina Silva (22%).
Espontânea e nanicos
As curvas da pesquisa espontânea, quando o entrevistado diz em quem deseja votar sem ver uma lista de nomes, têm uma evolução discrepante do levantamento estimulado.
Diferentemente do que ocorreu na pesquisa em que o eleitor vê seu nome, em que está estabilizada, Dilma continuou sua curva ascendente no levantamento espontâneo. Tinha 8% em dezembro, passou a 10% em fevereiro e agora chegou a 12%.
Esse percentual a coloca à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (8%), que, até dezembro, liderava com folga a pesquisa espontânea. Isso mostra que a cada pesquisa o eleitor deixa de citar o nome do atual presidente porque vai percebendo que o petista não será candidato.
Serra pontuou 8%, o mesmo percentual de dezembro. Ciro e Marina marcaram 1% cada. Houve também 3% para "candidato do Lula" e 1% para "no PT/candidato do PT".
Pela primeira vez o Datafolha pesquisou candidatos de partidos pequenos. Por enquanto, só Mario de Oliveira (PT do B) conseguiu menções para pontuar 1%. Todos os demais estão abaixo desse patamar.
26 de mar. de 2010
O Professor Dirceu, e seu aluno exemplar

José Dirceu continua réu no processo do mensalão. O caso se arrasta desde 2007 no Supremo Tribunal Federal, como convém aos larápios que podem contar com a assistência de sapientes jurisconsultos.
Na semana passada, dia 14, o relator, ministro Joaquim Barbosa, incluiu na pauta da sessão do STF uma discussão sobre o andamento do processo contra os 40 mensaleiros que, na versão do então procurador geral da República, Antonio Fernando Souza, eram liderados por Dirceu.
Ninguém de bom senso duvida que as firulas legais estiquem o caso por muitos anos ainda. Faz parte da nossa cultura jurídica que ladrão graúdo envelheça longe do cárcere. Quando pegam algum, como ocorreu com José Roberto Arruda, é por questões alheias à pilhagem.
Dirceu veio ao Acre dar palestra sobre a conjuntura política atual. Ele tem currículo extenso e interesses variados. Não é economista, como se sabe. Mas posa de professor da matéria por onde passa. Aqui não agiu diferente. Ciceroneado pelo ex-governador Jorge Viana, falou sobre vários assuntos com conhecimento de causa.
Jornalistas que foram à palestra no auditório da Fieac se impressionaram com o que ouviram. Alguns saíram com a impressão de que Jorge Viana ainda tem muito a aprender com o ex-ministro. Ledo engano.
O ex-governador do Acre, acreditem, tem currículo suficiente para dar aula a Zé Dirceu.
Arquibaldo Antunes
22 de mar. de 2010
Cabide desabafa: “cansei de ser humilhado pelo Carioca”

A frente Popular está mesmo perdendo aliado a cada dia. Quem procurou os deputados Luiz Calixto e Sérgio Petecão, neste sábado, foi o vereador Cabide.
Lamentando o tratamento que tem recebido dentro das administrações de Binho e Angelim, fez duras críticas ao assessor de assuntos políticos, Francisco Nepomuceno Carioca e disse que não tem mais condição moral de continuar convivendo na aliança que o elegeu.
“Nós só somos lembrados na época das eleições e os compromissos firmados nunca foram cumpridos. Eu não fui atendido em nada dentro da Frente Popular. Aquele Carioca é um ditador, trata mal e humilha as pessoas. Eu cansei de ser humilhado e de ser procurado quando tem votação importante na câmara”, desabafou.

Na conversa que teve com os dois deputados da oposição, Cabide confirmou que será candidato a estadual “porque minha eleição não depende de ninguém da Frente Popular e só de Deus e de seus eleitores”.
AC 24 horas
18 de mar. de 2010
LEAL AO PRÓPRIO ESTILO
Os médicos do sistema público de saúde do Acre ameaçam fazer da greve um instrumento de tarapia intensiva contra o descaso do governo. Em assembléia na noite de ontem, eles decidiram fazer uma paralisação no dia 24. Trata-se de um aviso da categoria de que as negociações em torno da pretensão de reajuste salarial precisam ir adiante.Mesmo com o aviso de que isso poderia acontecer, feito pelo deputado Donald Fernandes (PSDB), na semana passada, não houve da parte do governo interesse em adiantar-se à decisão e evitar o pior. Segundo o tucano, os médicos cansaram de ser enrolados pela comissão encarregada da negociação. Daqui por diante, ao que tudo indica, o remédio será amargo.
O site agazeta.net publicou nesta quarta-feira matéria da repórter Nayanne Santana sobre a decisão da classe médica. Nayanne ouviu Osvaldo Leal por telefone, já que o secretário se encontra em Brasília.
Antes de prosseguirmos, é preciso dizer também que o jornal A Tribuna de hoje publicou texto, assinado por Gilberto Lobo, sobre a situação do Centro de Nefrologia. O repórter entrevistou, na terça, uma funcionária da Saúde segundo a qual o governo não comprou máquinas novas de hemodiálise, e fez a inauguração do novo Centro de Nefrologia com o equipamento antigo. A fonte foi além, ao sustentar que a sessão de nefrologia foi suspensa para que o governo pudesse inaugurar o estelionato.
Leal ao próprio estilo, o secretário de Saúde está na Capital Federal enquanto tudo isso acontece. Não é a primeira vez que ele se ausenta enquanto o circo corre o risco de pegar fogo.
Ao final do governo Binho Marques, Osvaldo Leal terá enriquecido o próprio currículo, a conta bancária e a experiência como turista.
Em troca terá nos deixado a certeza de que bons médicos podem ser péssimos gestores.
Blog do Arquibaldo Antunes
16 de mar. de 2010
LULA E A MÁQUINA DO TEMPO
A máquina traz para o presente ninguém menos que Luis Inácio Lula da Silva. Aquele de vinte anos atrás. Lula chega meio zonzo:
- O que é isso, companheiro?
Sem entender o que acontece, Lula é recebido com carinho, toma uma água, senta-se num sofá e recupera o fôlego.
- Onde eu tô?
- No futuro, Presidente. Colocamos em prática a Teoria da Relatividade!
- Futuro? Logo agora que vou ganhar do Collor, pô! Me manda de volta pro passado! Zé Dirceu! Zé? Cadê o Zé?
- Calma, Lula. Aproveite para dar uma olhada no seu futuro. Você é o presidente da República!
- Eu ganhei?
- Não daquela vez. Mas ganhou em 2002. E foi reeleito em 2006!
- Reeleito? Eu? Deixa eu ver, deixa eu ver!!!
E então Lula senta-se diante de um televisor de plasma. Maravilhado, assiste a um documentário sobre os últimos 20 anos do Brasil. Um sorriso escapa quando a eleição de 2002 é apresentada.
- Pô, fiquei bonito! Ué. Aquela ali abraçada comigo não é a Marta Suplicy?
- Não, Presidente, é a Marisa Letícia.
- Olha! Eu e o Papa! E aquele ali, quem é?
- É George Bush, o Presidente dos Estados Unidos!
- Arriégua! Êpa! Mas aquele ali abraçado comigo não é o Sarney? Com a Roseana? E o que é que o Collor tá fazendo abraçado comigo? O que é isso? Tá de sacanagem?
- Não, presidente. Esse é o futuro!
- AAAAhhhhhh! Olha lá o Quércia me abraçando! O Jader Barbalho! Cadê o Genoíno? Cadê o Zé Dirceu?
- O senhor cortou relações com eles.
- Meus amigos? Me separei deles e fiquei amigo do Quércia?
- Pois é...
- E aqueles ali? Não são banqueiros? Com aqueles sorrisos pra mim?
- Estão agradecendo, Presidente. Os bancos nunca tiveram um resultado tão bom como em seu governo.
- Bancos? Os bancos? Você tá de sacanagem. Sacanagem!
- Calma, Presidente. O povo está gostando, reelegeram o senhor com mais de cinqüenta milhões de votos!
- Mas não pode! Cadê os proletários? Só tô vendo nego da elite ali. Olha o Vicentinho de gravata! E o Jacques Wagner também! Mas que merda é essa?
- É o futuro, Presidente.
- E o Walter Mercado? Tá fazendo o quê ali?
- Aquela é a Marta Suplicy, Presidente.
- Ah, não. Não quero! Não quero! Não quero aquele meu terninho. Não quero aquele cabelinho. Não quero aquela barbinha. Desliga isso aí!
- Mas Presidente, esse é o futuro. O senhor vai conseguir tudo aquilo que queria.
- Não e não. Essa tal de teoria da relatividade é um perigo.
- Perigo?!
- É. As amizades ficam relativas. A moral fica relativa. As convicções ficam relativas. Tudo fica relativo.
- Bem-vindo a 2007, Presidente.
Este artigo é de autoria de Luciano Pires ( www.lucianopires.com.br) e está liberado para utilização em qualquer meio, contanto que seja citado o autor e não haja alteração em seu conteúdo.
- O que é isso, companheiro?
Sem entender o que acontece, Lula é recebido com carinho, toma uma água, senta-se num sofá e recupera o fôlego.
- Onde eu tô?
- No futuro, Presidente. Colocamos em prática a Teoria da Relatividade!
- Futuro? Logo agora que vou ganhar do Collor, pô! Me manda de volta pro passado! Zé Dirceu! Zé? Cadê o Zé?
- Calma, Lula. Aproveite para dar uma olhada no seu futuro. Você é o presidente da República!
- Eu ganhei?
- Não daquela vez. Mas ganhou em 2002. E foi reeleito em 2006!
- Reeleito? Eu? Deixa eu ver, deixa eu ver!!!
E então Lula senta-se diante de um televisor de plasma. Maravilhado, assiste a um documentário sobre os últimos 20 anos do Brasil. Um sorriso escapa quando a eleição de 2002 é apresentada.
- Pô, fiquei bonito! Ué. Aquela ali abraçada comigo não é a Marta Suplicy?
- Não, Presidente, é a Marisa Letícia.
- Olha! Eu e o Papa! E aquele ali, quem é?
- É George Bush, o Presidente dos Estados Unidos!
- Arriégua! Êpa! Mas aquele ali abraçado comigo não é o Sarney? Com a Roseana? E o que é que o Collor tá fazendo abraçado comigo? O que é isso? Tá de sacanagem?
- Não, presidente. Esse é o futuro!
- AAAAhhhhhh! Olha lá o Quércia me abraçando! O Jader Barbalho! Cadê o Genoíno? Cadê o Zé Dirceu?
- O senhor cortou relações com eles.
- Meus amigos? Me separei deles e fiquei amigo do Quércia?
- Pois é...
- E aqueles ali? Não são banqueiros? Com aqueles sorrisos pra mim?
- Estão agradecendo, Presidente. Os bancos nunca tiveram um resultado tão bom como em seu governo.
- Bancos? Os bancos? Você tá de sacanagem. Sacanagem!
- Calma, Presidente. O povo está gostando, reelegeram o senhor com mais de cinqüenta milhões de votos!
- Mas não pode! Cadê os proletários? Só tô vendo nego da elite ali. Olha o Vicentinho de gravata! E o Jacques Wagner também! Mas que merda é essa?
- É o futuro, Presidente.
- E o Walter Mercado? Tá fazendo o quê ali?
- Aquela é a Marta Suplicy, Presidente.
- Ah, não. Não quero! Não quero! Não quero aquele meu terninho. Não quero aquele cabelinho. Não quero aquela barbinha. Desliga isso aí!
- Mas Presidente, esse é o futuro. O senhor vai conseguir tudo aquilo que queria.
- Não e não. Essa tal de teoria da relatividade é um perigo.
- Perigo?!
- É. As amizades ficam relativas. A moral fica relativa. As convicções ficam relativas. Tudo fica relativo.
- Bem-vindo a 2007, Presidente.
Este artigo é de autoria de Luciano Pires ( www.lucianopires.com.br) e está liberado para utilização em qualquer meio, contanto que seja citado o autor e não haja alteração em seu conteúdo.
15 de mar. de 2010
O índio pedreiro e dois Pinóquios em Harvard
Onze anos de propaganda petista não convenceram o kaxinawá Cláudio Alberto Nunes (foto) de que a florestania pode redimir da penúria os que vivem dentro da mata.
Cláudio, ou Hunikui Muru, como é conhecido pelos seus parentes indígenas, tem 27 anos e experiência profissional como ajudante de pedreiro. Ele mora outra vez na aldeia Boca do Grota, no rio Envira, após longa temporada vivendo na capital do Acre. O kaxinawá levou de volta à aldeia a convicção de que salário no fim do mês, ainda que oriundo de trabalho braçal, é bem melhor que a incerteza dos que tiram o sustento da terra.
Na Universidade de Harvard, Estados Unidos, para aonde foram o ex-governador Jorge Viana e o atual, Binho Marques, os ouvintes de uma palestra proferida pelos acreanos, na quarta-feira, souberam que o Acre é “modelo de desenvolvimento” para o resto do mundo.
O cosmopolita Binho Marques, já bem tarimbado em excursões internacionais, resolveu viajar também na maionese ao afirmar haver “um interesse impressionante sobre o Acre em todas as partes do mundo, especialmente nos centros de estudos". E emendou: "Todos querem entender por que o Acre conseguiu fazer tanto, em tão pouco tempo, com recursos escassos”.
Tenho uma questão simples a formular à dupla de pínóquios: como um governo que defende os povos da floresta explica que um índio prefira a dureza do trabalho de ajudante de pedreiro ao êxtase perpétuo de viver no seu habitat?
Ganha um dólar americano aquele que souber a resposta certa.
Blog do Arquibaldo
12 de mar. de 2010
10 de mar. de 2010
LULA, O RESPEITADOR… DE DITADURAS

Lula diz que não lhe cabe questionar as leis de Cuba, não é? O terrorista Cesare Battisti só está por aqui porque o governo brasileiro decidiu “questionar as leis italianas”. Não foi diferente com Honduras. Ignorou-se que aquele país tinha uma Constituição. Mas atenção! Não estou igualando essas diversas realidades. Porque não são comparáveis.
Cuba é uma tirania. Itália e Honduras são democracias. E isso só reforça a imoralidade do conjunto.
Reinaldo Azevedo
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